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terça-feira, 3 de março de 2020
quarta-feira, 10 de abril de 2019
segunda-feira, 25 de março de 2019
Relatório comprova que não houve conluio entre Donald Trump e a Rússia – Senso Incomum
Relatório comprova que não houve conluio entre Donald Trump e a Rússia – Senso Incomum: Esquerdistas depositavam sua confiança no impeachment de Trump a partir dos relatórios da investigação, mas não vai acontecer. Imprensa está decepcionada.
sexta-feira, 1 de junho de 2018
Brilhante entrevista de Dave Rubin com o historiador escocês Niall Ferguson
Por André,
Ferguson falou sobre a "Dark Web Intellectual", uma espécie de rede de conexões entre intelectuais não-esquerdistas, guerra cultural, Trump, sua mudança de opinião sobre o Brexit e o destino do Reino Unido de Theresa May.
Detalhe para o jeito caridoso e amoroso com que Niall se refere a sua mulher, Ayaan Hirsi Ali:
sábado, 14 de abril de 2018
Rússia, Síria e EUA
Por André,
Do ataque dos EUA à Síria, só consigo pensar que:
- ontem, por não retaliar, a narrativa era de Trump "bundão", "afinou para a Rússia".
- hoje, ao atacar, a narrativa será de cão raivoso belicista.
Do mesmo jeito que ontem havia um acordão entre Putin e Trump para elegê-lo, hoje já vejo jornal falando de retorno à Guerra Fria devido à expulsão de diplomatas russos de solo americano.
A narrativa midiática como um todo é tão precisa em vender narrativas antiamericanas CONTRADITÓRIAS que isso parece até um elaborado e exitoso plano de desinformação.
--
A IMPRENSA NÃO VAI PEDIR DESCULPAS?
Ficou-se meses a falar do conluio russo para eleger Trump, mas até agora, além das especulações da extrema-imprensa, o que temos de fatos concretos é:
- a América desafiando as vontades russas na Síria;
- expulsão de diplomatas russos;
- novas sanções à Rússia;
- expansão das capacidades dos mísseis de defesa na Crimeia;
- apoio e fortalecimento da OTAN contra a Rússia.
"Hoje estamos em guerra contra a Oceania e somos parceiros da Eurásia, amanhã estaremos em guerra com a Eurásia e seremos parceiros da Oceania", para rememorar a nunca desatualizada referência a Orwell.
sexta-feira, 6 de abril de 2018
Debate entre Nigel Farage e Vicente Fox sobre globalismo e nacionalismo
Por André,
Vale lembrar que, em debate entre Olavo de Carvalho e um diplomata brasileiro para o Brasil Paralelo (e na sequência do embate via Facebook), este último argumentou que o globalismo é impossível e não existe!
sábado, 3 de fevereiro de 2018
domingo, 14 de janeiro de 2018
Estamos na Gazeta do Povo: "Por que a América segue, sim, uma força mundial pelo bem e pela paz"
Por Gazeta do Povo,
Quero aqui
fazer duas coisas: defender uma tese radical sobre a América e replicar o
artigo “Os
EUA já não são uma força global pelo bem”, em tradução do The New York Times divulgada pela Gazeta do Povo.
Primeiro, a
tese radical: a América o império mais pacífico que a História humana já viu e
a famigerada “pax americana” é uma dádiva geopolítica provavelmente
incomparável também em proporção histórica.
Defendo-me: um
império se faz à base de dominação política, militar, cultural-científica e
econômica. A América domina todos esses campos com folga. No aspecto militar,
poderia subjugar qualquer país do planeta sem maiores dificuldades, continentes
inteiros poderiam ser colônias americanas nesse momento. Mesmo assim, esse não
é o caso até mesmo nos países cuja presença militar americana é constante; o
Iraque pós-2003 não virou uma colônia americana e por frustrada que tenha sido,
o que se tentou ali foi estabelecer uma democracia[1].
Não afirmo que
a América faça isso por bondade, mas porque seus interesses imperialistas
convergem, peri passu, com a
manutenção (ainda que, às vezes, relativa) das soberanias nacionais dos demais
países do globo. Isso, por si só, já alça o imperialismo americano a uma
condição única (e desejável) na História. As vontades imperialistas vorazes de
China e Rússia são exemplos vivos do que digo, uma eventual substituição da pax americana por uma pax russa ou chinesa (ou, pudera,
islâmica!) nos faria rememorar o terror dos antigos impérios (julgo que parte
dos que criticam a posição de supremacia americana façam isso com ciência do
que digo aqui, outros, o fazem por puro desconhecimento de História humana,
crendo que eventual derrocada do império americano implicaria em algum tipo de
“paz perpétua” kantiana), onde, simplesmente, não haveria a paz que temos hoje
e tampouco o conceito de soberania nacional.
Dessa forma, a
América é o império mais pacífico já visto até hoje. Desnecessário ressaltar
que ser
o mais pacífico não significa absolutamente pacífico,
portanto, réplicas como “e o Iraque?”, “e a Síria” (intervenção perpetrada por
um dos presidentes mais antiamericanos de todos os tempos) não refutam minha
tese. Algum belicismo sempre haverá, a questão é quanto e como. E minha tese
não se compromete com uma aceitação tanto a
priori como a posteriori das
ações externas dos EUA – a priori
estou ao lado da América em suas medidas de política externa, a posteriori uma análise caso a caso
sempre se faz necessária: retroativamente
falando, a operação no Iraque foi um erro, o mesmo para a Líbia e a Síria e não
diria isso sobre o Afeganistão, por exemplo.
Segundo, o
artigo. Não sem antes chamar a atenção para o fato de que os que agora lamentam
a suave “saída de cena” americana de certos cenários internacionais (“clima”,
“direitos humanos” – eufemismos para controle global) com o início da era Trump
são os mesmos que há pouco entoavam os mais fervorosos hinos antiamericanos.
Logicamente, só poderíamos deduzir que louvariam o fato da tendência mais
isolacionista do governo Trump (que ainda não atingiu os níveis desejados por
Ann Coulter, por exemplo), mas parecem que na cabeça dessa gente a América joga
apenas um jogo de perde-perde: caso intervenha, erra, caso se isole, também
erra.
Fato é que o
governo Trump está desconstruindo a política de Obama de enfraquecimento de
aliados (Israel) e potencialização de inimigos (Irã) e isso nem é contradição
com a política do “America First” e tampouco com o propalado isolacionismo,
visto que tornar a fortalecer aliados da América é claramente um movimento de
interesse nacional americano e tampouco é prova de que os EUA não são mais uma
“força para o bem”. As elites se acostumaram demais aos ares rarefeitos de seu
pedestal moral distante da realidade, sendo que nesse reino hiperbóreo a
América só pode ser uma força para o bem no mundo se seguir as diretrizes
globalistas da ONU, abaixar a cabeça para a União Europeia, render suas armas e
financiar o “fim” (na verdade uma diminuição estimada de 0,2ºC em 100 anos se
os 200 países do mundo colaborarem) do aquecimento global em poluidores
contumazes como China e Rússia, conforme rezava o Acordo de Paris.
O que o artigo
de Susan Rice faz, em resumo, é sintetizar toda a balbuciante argumentação
anti-Trump, que pouco mudou após um ano de presidência, a despeito do índice de
desemprego mais baixo nos últimos vinte anos (inclusive entre latinos e
negros), recordes da Dow Jones, altas
previsões de crescimento e retorno de capital estrangeiro para o país. Após 365
dias governo, os maus perdedores ainda querem emplacar a cantilena (já provada
falsa) de “colusão” com a Rússia, colar a pecha de nazista no homem que tem
netos judeus e se mostrou o mais firme aliado de Israel dos últimos anos e usar
o fato de suas promessas de campanha estarem a ser cumpridas contra ele
próprio!
Fato é que
quando a América é forte, os inimigos dos valores ocidentais pensam duas vezes
antes de agir, pois sabem que sentado na cadeira mais importante do mundo está
alguém disposto a defender os valores que, em maior ou menor grau, todos
defendemos e que qualquer ato impensado não será respondido com um muxoxo ou
com uma coletiva de imprensa, mas com ação de mesma (ou maior) força, criando
uma espécie de nova “paz armada”. Não apenas Kim Jong-un, rei do blefe, mas os
demais líderes mundiais sabem que, se agirem temerariamente contra os
interesses da América terão de arcar com a retaliação da maior potência que o
homem já viu. Não consigo ver garantia de paz mais sólida.
[1]
Vale ressaltar que simpatizo mais com paleoconservadores que com
neoconservadores nesse tópico específico. Embora creia que os EUA seja um bom
exemplo – genericamente falando – para o Ocidente, não compactuo da ideia que
seu modelo deva sem replicado, a fortiori ou não, mundo afora. A ideia de
“exportar democracia” para o Oriente Médio me parece tolice.
quinta-feira, 6 de julho de 2017
terça-feira, 27 de junho de 2017
Conluio Trump-Rússia é fábula midiática; haverá desculpas ou a narrativa pós-verdadeira permanecerá como válida?
Por Exame,
Washington – Três jornalistas do canal de notícias “CNN“, entre eles o chefe da unidade de investigação, pediram demissão após se retratarem por conta de uma história que apontava vínculos financeiros de membros da campanha do presidente Donald Trump com a Rússia.
O autor do artigo, Thomas Frank; o editor-chefe da unidade, Eric Lichtblau, e o responsável máximo da unidade de investigação da CNN, Lex Haris, apresentaram a demissão, que foi aceita pela rede de televisão.
“Após a retratação da história publicada no CNN.com, a CNN aceitou a demissão dos funcionários envolvidos na publicação da mesma”, informou um porta-voz do canal.
Segundo a “CNN”, a história, publicada na quinta-feira, não cumpria com os padrões de qualidade e rigorosidade que foram estabelecidos dentro da redação, especialmente porque a história se baseava em somente uma fonte anônima.
Não obstante, membros da unidade de investigação da CNN indicaram que a retratação não significa que a história não seja verídica, senão que não foram seguidos os procedimentos para ter um artigo sólido e respaldado por várias fontes fidedignas.
A história assegurava que o Congresso estava investigando os laços de fundos de investimento russo com membros da equipe de Trump, entre eles Anthony Scaramucci, assessor do presidente americano.
Este tipo de trabalho de investigação é revisado por vários níveis de edição e verificação e passam pelo filtro de outros jornalistas e chefes de redação, bem como por advogados da empresa.
A história só foi publicada no site, não no canal televisivo de notícias, e todas as ligações a ela foram desativadas.
sábado, 3 de junho de 2017
Um embuste chamado Acordo de Paris: redução PREVISTA de 0,2 graus em 100 anos
Por André,
É questionável, mas vamos aceitar, for the sake of the argument, que haja aquecimento global antropogênico e que combatê-lo seja possível e desejável. De acordo com um estudo do MIT, o máximo que pode alcançar o acordo de Paris, do qual Trump acaba de retirar os EUA, é reduzir a temperatura global em 0,2 grau até 2100 — presumindo que todos os países signatários o cumpram, pois é tudo voluntário e sem mecanismos coercitivos. Qual é o custo da brincadeira? Segundo um estudo, três trilhões de dólares e 6,5 milhões de empregos. Por uma redução de temperatura de 0, 2 grau ao longo de quase um século.
É evidente que o acordo simplesmente não vale a pena, não faz sentido, é no mínimo discutível. Mas por que entrar nesses detalhes, investigar do que se trata e discutir a substância real da coisa, se é muito mais fácil pintar Trump como um Hitler 2.0, que em vez de fritar judeus quer fritar o planeta inteiro?
Só não admite quem for realmente desonesto que o acordão é apenas uma ferramenta para implementar regulação, controle e taxação em nível global (textbook globalism) quem é retardado ou que é da elite hollywoodiana (que não são retardados, mas respondem a quem paga o contracheque).
sábado, 13 de maio de 2017
Palestra: "Do brexit a Trump: por que os especialistas erraram tanto?"
Por André,
Seguem os slides da palestra, solicitados por algumas pessoas. O vídeo será postado assim que carregado no Youtube.
quinta-feira, 4 de maio de 2017
Palestra: por que os "especialistas" erraram tanto sobre Donald Trump e sobre o Brexit?
Por André,
https://www.facebook.com/events/1434961049912045
Terei o prazer de, na próxima sexta-feira dia 12, ministra uma palestra na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo sobre os fenômenos Trump e Brexit e o estourar da bolha dos "experts". Compareçam:
Link do evento no Facebook, para ser lembrado no dia:
https://www.facebook.com/events/1434961049912045
terça-feira, 15 de novembro de 2016
Compilação de falhas da mídia sobre a nomeação e eleição de Donald Trump
Por André,
O choro dos eleitores de Hillary Clinton:
sábado, 1 de outubro de 2016
O crepúsculo da classe política
Por André para o jornal Dextra,
Mais um fenômeno passa despercebido bem diante dos olhos das supostas mentes treinadas e pagas para a análise política, de jornalistas a cientistas políticos: a classe política está em crise. Para fins didáticos, separemos tanto os sinais desse fenômeno quanto os fatores que levaram a isso.
Os intelectuais de boteco não entendem a ascensão de um Donald Trump, o carisma de um Nigel Farage, a popularidade crescente do deputado Jair Bolsonaro ou a chegada ao poder de Viktor Orban na Hungria e de Beata Szydło na Polônia. Foram igualmente incapazes de prever o “Brexit”, a saída do Reino Unido da União Europeia, e duplamente incapazes de explicar por que isso ocorreu (o establishment “especialista” – Gugas Chacras e Caios Blinders – ainda nem se conformaram pessoalmente com o ocorrido, imaginemos se chegaram perto de uma explicação). Guardadas as devidas proporções, até mesmo a candidatura do empresário João Dória à prefeitura de São Paulo mostra sinal do que aqui diagnosticamos.
Por meses alguns jornalistas americanos fizeram troça da possibilidade do magnata Donald Trump ser o republicano a concorrer pela Casa Branca (1% eram as chances dadas pela CNN ao candidato - http://goo.gl/fvITBB) e eis que o próprio acaba de se consolidar como candidato. Os analistas não entendem por que Trump chegou lá e tampouco exatamente qual é seu apelo.
A explicação escapa aos especialistas que são, eles próprios, entusiastas da classe política, porque tanto são incapazes de compreender o fenômeno quanto não é de seu interesse fazê-lo. Contudo, para os que ainda têm os pés no solo firme da realidade, a explicação é relativamente simples: as pessoas estão cansadas de políticos engomadinhos, que sigam o script politicamente correto, com discursos insossos e completamente desconectados da realidade concreta que as pessoas comuns vivenciam. Quando qualquer discurso minimamente atinado aos anseios mais urgentes e elementares das pessoas aparece, elas enxergam um fio de esperança na desacreditada (classe) política que, na verdade, é antipolítica (o próprio establishment e grupos de interesse republicanos ainda não se conformaram com a candidatura de Trump).
Os analistas, produtos ou ainda membros de uma academia ainda mais desligada realidade, não conseguem entender como um empresário pode gozar da preferência de parcelas tão gordas do eleitorado (Trump está tecnicamente empatado nas pesquisas nacionais com Hillary, política de longa carreira; o UKIP, partido do também ex-empresário Nigel Farage foi o terceiro mais votado nas últimas eleições gerais britânicas, assustando o tradicional Partido Trabalhista e deixando para trás os Liberal-Democratas). Um outro exemplo notório vale ser mencionado: pelos idos das mesmas eleições gerais do Reino Unido, vencidas por David Cameron em 2015, o candidato trabalhista Ed Milliband tropeçou durante uma participação numa entrevista e isso, por si só, foi razão para um punhado de manchetes na imprensa, com ares da inquietação “como é possível um membro da classe política TROPEÇAR?”. Os políticos se distanciaram tanto da realidade comum que não se submetem mais nem mesmo às leis da física. Isso tudo ao passo que um de seus concorrentes, o já citado Nigel Farage, é o arquétipo do homem comum: fumante, com diversas fotos públicas bebendo cervejas nos tradicionais pubs ingleses, já sobreviveu à queda de um helicóptero e a um câncer nos testículos: mais humano que isso impossível. Enquanto isso, Milliband perdeu a habilidade de comer um sanduíche em público (http://goo.gl/UiJdv9).
Malgrado qualquer quê populista nas falas de Donald Trump, pesquisas e mais pesquisas mostram que as pessoas comuns têm as mesmas preocupações que são motivo de discursos e propostas do dono da Trump Tower. Inclusive as parcelas da população que supostamente são alvo de seu ataque: nada causa mais incômodo num imigrante legal que um imigrante ilegal gozando dos mesmos direitos que ele e ninguém em sã consciência – o que não é caso da classe política e tampouco dos intelectuais – pode culpá-los.
Some-se a isso o já criticado pelo conservador Edmund Burke “intelectual de cátedra” que deseja reformar o mundo a partir de seu castelo elaborando um tratado de filosofia política de oitocentas páginas e se encontra perdido em proporção semelhante ao grau de declínio em que se encontra a classe política. A junção do político de carreira com o intelectual isolado em sua catacumba mental criou a atmosfera de total e completa histeria em que nos encontramos (estamos na era do nacional-socialismo que não é socialismo e do estado islâmico que não é islâmico): todos eles creem no que dizem e não no que enxergam, como bem diagnosticou o dr. Andrew Lobaczewski em seu Ponerologia – psicopatas no poder, e quando são esmagados pelo peso da realidade que enxergam se comportam como formiguinhas atrapalhadas por um obstáculo rumo ao formigueiro.
¹É mestre em Filosofia pela USP, professor, tradutor e assessor editorial. Publica regularmente em www.andreassibarreto.org.
quarta-feira, 4 de maio de 2016
Por que ninguém pode se surpreender com a ascensão de Donald Trump?
Por André (no facebook),
Esclarecimento aos leitores:
Fui um crítico duro de Donald Trump durante as primárias. Achei e ainda acho Ted Cruz o candidato dos sonhos de qualquer conservador - o melhor desde Reagan e um dos melhores de todos os tempos. Como disse o amigo Guilherme Macalossi, Cruz lutou a boa luta e saiu da campanha com a cabeça erguida.
Pra mim, agora, o apoio é incondicional ao candidato republicano, mesmo em se tratando de Trump, figura cujas credenciais conservadores são fragilíssimas. Acho que todos os demais republicanos deveriam fazer o mesmo. Há muito em jogo e em risco.
O que surpreende é o tom de surpresa do artigo abaixo do UOL. Só os mais desligados do debate político, só aqueles que pensam que a atmosfera política mundial é um arremedo da atmosfera política da Banânia podem se dizer exatamente surpresos com a ascensão de Trump.
Há uma tendência global de cansaço e estagnação tanto da classe política como do esquerdismo cultural. Mais ou menos as mesmas perguntas foram feitas acerca do desempenho de Nigel Farage no Reino Unido: como explicar que um ex-empresário, defensor do fumo e do álcool, eurocético e contrário à imigração em massa (ou seja, um "fascista-nazista-racista-politicamente-incorreto-malvadão na narrativa do esquerdismo cultural) tenha feito tanto barulho e sucesso.
Qual a surpresa num empresário "outsider" que a cada frase faz a esquerda limpinha tirar as calças pela cabeça ser candidato à presidência do país mais importante do Universo?
As pessoas estão cansadas dos políticos "profissionais"; engomadinhos que falam apenas coisas polidas de um jeito polido enquanto suas reais preocupações permanecem dentro da gaveta.
O recado está dado.
Link para a matéria do UOL citada.
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