Mostrando postagens com marcador Esquerda. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Esquerda. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 10 de maio de 2019

Terraplanismos de esquerda

Por André,





A esquerda gosta de posar de portadora das verdades científicas e de monopolizar a ciência. Grande parte dos divulgadores da ciência são de esquerda: deGrasse Tyson, Carl Sagan, Bill Nye. Já tive a oportunidade de escrever sobre os ataques marxistas à ciência.

Contudo, a esquerda enquanto vertente de pensamento e enquanto hipótese de visão de mundo, tem um ról de crenças para lá de anticientíficas — para não fazer inveja em nenhum terraplanista. Segue uma lista de alguns, produzida com a ajuda dos meus amigos de Facebook.

O que vem a seguir não retrata nada do terreno das legítimas disputas ideológicas que envonvam direitistas, social-democratas, anarquistas, liberais, conservadores e esquerdistas “moderados”. São coisas epistemologicamente idênticas ou incrivelmente próximas do terraplanismo. Não são tratadas com o devido desdém apenas porque estão na trincheira de quem domina o debate público.

não existe rombo na previdência; é possível prover serviços e bens gratuitamente; é possível centralizar a economia e calcular preço sem mercado — terraplanismo econômico.
  • “gênero” (i.e, sexo) não tem lastro biológico; ninguém nasce homem ou mulher (mas nasce homossexual) — terraplanismo biológico.
  • todos os experimentos socialistas da História foram deturpações do socialismo “de verdade”; Holodomor não ocorreu; genocídio armênio não ocorreu; “conflito de classe” é a força motora da História — terraplanismo histórico.
  • corrigir a fala gramaticalmente equivocada de alguém é opressão, se é compreensível então vale tudo — terraplanismo linguístico.
  • Brasil “prende demais”; abolicionismo penal, cadeia como reabilitadora por meio de artesanato de garrafa pet — terraplanismo jurídico.
  • gordura/obesidade é lindo/saudável e quem discordar é “gordofóbico”; colesterol, diabetes e IMC são opressões — terraplanismo nutricional.
  • A Terra vai superaquecer e virar Vênus em 10 anos; apenas trilhões de dólares americanos dados de bom grado a chiqueiros terceiromundistas podem prevenir isso — terraplanismo ambiental.
  • facada em Bolsonaro foi “fake” e uma conspiração sionista envolvendo Santa Casa de Misericórdia, Albert Einstein e o governo de Israel para eleger o Biroliro — terraplanismo médico.

quarta-feira, 10 de abril de 2019

Podcast: Luciano Oliveira e eu comentamos a viagem de Bolsonaro aos EUA e seu encontro com Trump

Por André,




sábado, 30 de março de 2019

O retorno do cão arrependido: o direitismo do nazismo

Por André,

A discussão sobre o esquerdismo, direitismo ou "terceira via" do nazismo voltou (e tenho a impressão que voltará ainda outras vezes).

Antes eu achava esse debate interessante, recentemente tenho achado um porre.

Então vou dizer algumas coisas que considero importantes e que fogem do arroz-com-feijão da discussão (coletivismo, partido socialista etc.):

a - a turma que dá carteirada com "especialistas alemães dizem isso ou aquilo" são os mesmos que acreditam em teorias da conspiração descartadas por autoridades como gênero/sexo ser construção social, conluio com a Rússia, Lula inocente, zapgate e outras. Ou seja, o uso das tais autoridades é pura carteirada conveniente.


b - costuma-se negligenciar o caráter estratégico-propagandístico da acusação de direitismo exemplar do nazismo. Quem está acostumado a debates históricos sobre a Segunda Guerra sabe que os comunistas gostam de fazer revisionismo histórico para tomar para si todos os créditos pela derrota de Hitler (imagem de Stálin dando cruzado em Hitler), quando, na verdade, a URSS aliou-se aos Aliados tardiamente e pode combater graças a muitos dólares americanos e ao importante trabalho das Forças Aéreas Reais (RAF). Propagandisticamente, tornou-se interessante a soviéticos se venderem como únicos combatentes do fascismo e, por corolário, empurrarem para o colo de qualquer opositor a pecha de "fascista".


c - o cara do ataque à Nova Zelândia. Foi classificado de extremo-direitista e neonazista. O que tem de direitismo emblemático naquele sujeito? Não é conservador (pelo menos em qualquer sentido ocidental tradicional), não é liberal (clássico), não é cristão, é ambientalista, pagão, professa direitos trabalhistas e tem fixação com etnia. Transponha isso para meados da década de 20 do século passado, o que há de direitista nisso num período em que já existiam os Partido Conservador, Churchill, o establishment americano etc? O que quer que seja o direitismo do nazismo e de caras como o da Nova Zelândia, é uma coisa bastante diferente do que chamamos de direitismo e conservadorismo no Ocidente.


d - "c" joga água no moinho da tese que o nazismo não seria nem de esquerda nem de direita, mas a tal "terceira via". Essa é uma análise para cientistas políticos e claramente um exercício feito posteriormente, pois não havia o conceito na época (até onde me consta). Discutir se o nazismo eventualmente seria uma ideologia de "terceira via" implica numa discussão HONESTA sobre assunto; à parte da atmosfera propagandística de se retratar qualquer opositor do comunismo/esquerdismo como nazista/fascista (o que clara e nitidamente não é o sentimento atual). Se podemos discutir se o nazismo é de terceira via, não há impedimento intelectual algum para discutir seus elementos de esquerda (apesar de na época, supostamente, ser "evidente" que o nazismo era de direita e/ou apoiado por direitistas).


e - Hannah Arendt em "As Origens do Totalitarismo" retrata nazismo e comunismo como ideologias irmãs (mesmo irmãos gêmeos podem tomar rumos completamente distintos) e Hitler e Stalin como admiradores um do outro. Hitler admiraria Stalin mais do que admirava Mussolini (outro com profundo passado no socialismo não-marxista).


f - o nazismo pode conter elementos "direitistas" como nacionalismo, hierarquização social, entusiasmo com a cultura clássica e preocupação com a deterioração cultural, mas seus MÉTODOS são claramente REVOLUCIONÁRIOS. Duguinistas, terceiras-via etc. costumam se intitular "revolucionários conservadores", pois sabem que não há outro meio de implante de suas ideias por meio de conservação do passado, mas apenas do rompimento quase que total com a ordem, de maneira idêntica a qualquer revolucionarismo de esquerda, mostrando o quanto estão imbuídos de gnosticismo (pois, supostamente, detém o conhecimento necessário para corrigir a ordem da realidade de maneira a criar a ordem social perfeita, seja ela projeção do passado no presente ou mirando o futuro).


That's all for today, folks.

quinta-feira, 7 de março de 2019

Historiador marxista Eric Hobsbawm era conivente com genocídio

Por André,

Já abordei em alguns textos a questão da relação entre ideologias políticas e pensamento messiânico ou apocalíptico, fenômeno que fora magistralmente estudado e explicado por Eric Voegelin. Para quem estiver adentrando a literatura sobre o assunto agora, recomendo a leitura do excelente Missa Negra de John Gray.

O pensamento messiânico das ideologias totalitárias costuma se apresentar da seguinte maneira: um endeusamento radical do futuro, transformando o presente em campo de ação para o estabelecimento desse futuro paradisíaco pós-apocalíptico, sendo que o emprego de quaisquer meios para atingir este fim estão automaticamente justificados em nome do bem maior a ser realizado nesse futuro, inclusive o extermínio de quantos milhões for necessário. É a realização maior, ainda que pueril de tão radical, do lema “os fins justificam os meios”.

sábado, 2 de março de 2019

Entrevista com Cesar Ranquetat Jr sobre seu livro "Da direita moderna à direita tradicional"

Por André,

O amigo Lucas Mendes fez uma excelente entrevista com César Ranquetat, sobre seu importante livro. O exercício conceitual e analítico feito por César é algo inédito no Brasil, creio eu. Desconheço outros acadêmicos que se sirvam do seu arcabouço teórico. Vale a pena!

Premiê queridinho do Canadá, Justin Trudeau, envolvido em escândalo

Por André,

Amigos, agora serei colaborador fixo do site Senso Incomum. E minha estreia foi uma palhinha a respeito de um dos queridinhos da mídia e do universo progressista, o primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau.

O alcance do Senso Incomum é incrível e meus dois textos (esse pequeno artigo e um drop sobre Adélio Bispo) até agora atingiram quase 10.000 compartilhamentos! 


Um dos maiores queridinhos da mídia chique internacional, o possível filho de Fidel Castro, Justin Trudeau, está metido num cabeludo escândalo que pode lhe custar o cargo antes mesmo das eleições de outubro desse ano (em que as pesquisas já mostravam equilíbrio com relação a seu concorrente, o conservador Andrew Scheer).


quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

O problema da definição – como a política de cotas PODERIA colapsar

Por André,

Em janeiro de 2014 escrevi um texto chamado “O problema da definição. Como a política de cotas poderia colapsar”, cuja profecia estava correta em sua essência, mas falhou devido a minha pouca fé na loucura humana com motivações ideológicas.

Segue o texto, com comentários novos e frescos logo na sequência:

“Também circulou por esses dias na internet um vídeo de um sujeitinho muito tosco (custei a acreditar que a história do vídeo era real) chamado Craig Cobb e tido como “supremacista branco”, onde o próprio está num programa de TV em que, após ser submetido a um teste de DNA, descobre que tem uma porcentagem razoável de ascendência africana, jogando sua “branquitude” pura por água abaixo:

Segue em Burke Instituto Conservador:

quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

Tradução para o Burke Instituto: "Radicais Tristes"

Por André,

Quando me tornei anarquista, tinha 18 anos, estava deprimido, ansioso e pronto para salvar o mundo[i]. Me mudei para junto de outros anarquistas e trabalhei num café cooperativo vegetariano. Protestei contra o endividamento de estudantes, a privatização das penitenciárias e das extensões de gasodutos. Tinha números de telefone de advogados escritos no meu tornozelo e ajudava amigos que haviam sido atingidos por spray de pimenta em manifestações. Diagramava revistas, vivia com a minha “família por escolha” e declamava poemas surrados sobre o fim do mundo. Tudo enquanto minha comunidade desconstruía o gênero e a monogamia, além de questões sobre saúde mental; vivíamos e respirávamos conceitos e ferramentas como o denuncismo imediato contra qualquer forma de intolerância (call-outs), “interseccionalidade”, apropriação cultural, alertas de gatilho (trigger warnings), lugares seguros (safe spaces), teoria do privilégio e cultura do estupro.

O que é uma comunidade radical? Para os propósitos desse artigo, definirei comunidade radical como aquela que compartilha tanto uma ideologia de insatisfação completa com a sociedade existente devido a sua natureza opressora quanto um desejo de alterá-la radicalmente (ou destruí-la) porque ela não pode ser redimida por suas próprias regras[ii]. Ao fim, acabei deixando minha comunidade radical. A ideologia e as pessoas que a compunham me deixaram destruído e como um náufrago desiludido. Conforme me livrava da doutrina, assisti uma versão diluída da minha ideologia radical explodir na academia e entrar na moda: observei a Esquerda se tornar “lacradora” (woke)[iii].

Alguns comentadores alfinetaram justiceiros sociais a respeito da toxicidade da mentalidade lacradora (woke). Muitos radicais por toda a América estão cientes disso e estão tentando compreender o fenômeno. O livro Joyful Militancy, de Nicholas Montgomery e Carla Bergman, publicado ano passado, constitui a observação mais minuciosa da radicalidade tóxica desde uma perspectiva radical (tive um breve encontro com Nick Montgomery anos atrás. Minha claque anarquista não gostava da claque anarquista dele). Como ele próprios dizem, “há uma suave subcultura totalitária não apenas no hábito do denuncismo, mas também em como as comunidades progressistas policiam e definem as fronteiras que determinam quem está dentro e quem está fora”.

Montgomery e Bergman veem o radicalismo tóxico como uma questão exógena. Não ponderam a hipótese de o radicalismo ser ele próprio malévolo. Como resultado, as soluções que propõem são abstratas e vacilantes, como “aumentar a sensibilidade e vivenciar situações de maneira mais plena”. Talvez isso seja o porquê as soluções existem todas para além das fronteiras do pensamento radical. Conforme Jonathan Haidt apontou, “a moralidade limita a visão e restringe”.

Infelizmente, a toxicidade nas comunidades radicais não é um equívoco. É um traço. A ideologia e as normas do radicalismo evoluíram para produzir sujeitos tóxicos, paranoicos e deprimidos[iv]. O que vem a seguir é um panorama do que acontece em comunidades que são radicais, apaixonada e sinceramente lacradoras (woke), visto da perspectiva de um apostata.

CONTINUA EM BURKE INSTITUTO CONSERVADOR:

https://www.burkeinstituto.com/blog/especial/radicais-tristes/

Também em versão revisada no:

https://xibolete.uk/radicais-tristes/

sábado, 19 de janeiro de 2019

96% da academia é de esquerda

Por André,



A Academia migrou pra Esquerda nas últimas décadas. Mas quanto? Bom, apenas 96% dos acadêmicos são de esquerda.

Pesquisa:

https://heterodoxacademy.org/professors-moved-left-but-country-did-not/?fbclid=IwAR2Lmj_6CEgKk_dWJOEfBw-Gd5-5Erza8yt2t4IakjDs1k0QDSu2tny5OfA

Figura 3, frequência de opiniões de esquerda = 96% NOVENTA E SEIS:

"Only one social psychologist, out of a sample of 327, had views that were right of center".

Isso explica porque classe média e alta migraram pra esquerda (nada a ver com estudo ou esforço intelectual, apenas influência do meio e controle das idéias circulantes). O novo aqui são os números, por observação já sabíamos disso desde a década de 90 - ou antes.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

Hangout retrospectivas 2018 com Junior Pereira

Por André,

No hangout com meu amigo Junior abordamos os seguintes temas:


- destinos do Brexit.

- governo Trump, neoconservadorismo, paleoconservadorismo, Ernesto Araujo.

- eleições no Brasil/tentativa de assassinato do Bolsonaro.

- derrotas da esquerda nos últimos anos e o que fazer quando isso acabar.

- fake news/redes sociais/internet.

- crise no mercado editorial brasileiro.

- campanhas encampadas por artistas, seu fracasso e Saul Alinsky.

- esquerda e medo psicológico incutido nas mentes.

- alguns livros-destaque de 2018.


segunda-feira, 31 de dezembro de 2018

Não-conservadores cientificistas estão alegando que Jordan Peterson não tem treino científico

Por André,

Isso veio de um daqueles punheteiros de adolescência tardia que se deslumbram com a aura da "ciência". Os mesmos que ordenham semanalmente propagandistas da "ciência" cheios de ativismo político por trás como Richard Dawkins, Carl Sagan, deGrasse Tyson, Lawrence Krauss, Bill Nye e outros.


"Só quem concorda comigo tem credenciais científicas", é no que acreditam esses paspalhos.


Jordan B. Peterson tem mais de 100 artigos publicados em periódicos científicos de prestígio. E esses, por sua vez, contam com mais de 10.000 citações.



Não é isso que a turma da ciência considera como critério único, exclusivo e canônico de mérito acadêmico e cientificidade?

O problema, exatamente como eu apontei no meu artigo "Por que precisamos de Jordan Peterson" não é e nunca foi o sujeito ter ou não as tais credenciais científicas, mas o quão adequadas suas opiniões são para a seita em questão (no caso, a da turma do não-conservadorismo ~científico~).

Afirmar que o marxismo se espalhou por áreas além da economia e da sociologia já é associação suficiente demais com o olavismo e Peterson vem dizendo que o marxismo (chame de cultural ou de marxismo cthulhu, é o de menos)* deteriorou a universidade porque espalhou seu repertório "analítico" por todas as áreas das humanidades, dando luz ao pós-modernismo, uma espécie de filho bastardo.

Pronto, traçar essa associação já é anti-cientificismo demais para algumas mentes. Já é identificação, voluntária ou involuntária, grande demais com o olavismo. Olavo não tem as credenciais acadêmicas, Peterson tem, mas os dois deveriam vender miçanga na praia, logo, definitivamente, as credenciais científico-acadêmicas podem ser cortadas da equação, pois não são elas que realmente importam (ainda bem que essa galera é bem restrita, pois chegar a essa conclusão inevitável seria um balde de água fria pra quem quer seguir carreira científica).

É incrível como não-direitistas que também são não-esquerdistas - liberais, libertários e coisas do gênero - transformam seu não-direitismo, nesse caso de tipo científico, tanto numa seita com regras restritas (denunciar o marxismo além das tantas é "astrologismo" e joga seu background científico no lixo) como transformam o marxismo numa vaca sagrada protegida por uma aura de intocabilidade até verbal.

*Certa feita estava a conversar com um marxista que estava cantando em prosa e verso a influência do marxismo na geografia, na sociologia, na filosofia, na história, na economia, na literatura, na crítica literária, na crítica cultural, na arquitetura e no urbanismo etc. Isso você consegue arrancar de qualquer marxista.

Aí se você diz que o marxismo foi longe demais e tem gente usando seu aparato teórico para analisar unha encravada, pronto, suas credenciais científicas vão pro buraco. E se você disser isso e não tiver credenciais científicas, também vai pro MESMO buraco.

Eu não sei vocês, mas se eu prefiro virar apostata do islã do que me meter numa seita dessas.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

Por que precisamos de Jordan Peterson?

Por André em Burke Instituto,



Tive o privilegio de conhecer o psicólogo canadense Jordan Peterson pouco antes de ele se tornar mundialmente conhecido (escrevi meu primeiro post sobre ele em meu blog pessoal em fevereiro de 2017). Foi antes da controvérsia em torno do projeto de lei C-16 se tornar fato notório, mas já após o posicionamento corajoso de Peterson com relação à lei, que pretende não punir quem usar linguagem “imprópria” (o que já seria bastante discutível), mas aqueles que se negarem a usar pronomes inventados (ou uso alternativo dos já existentes) para se referir a pessoas de gêneros diversos (“zir”, “zur”, “them” etc.), fazendo uma demanda positiva pelo uso de uma linguagem “correta”. Assisti a todos os seus vídeos com debates, entrevistas e palestras disponíveis até então. Chamei-o, imediatamente, de herói da liberdade de expressão. Confesso que pensei que a coisa pararia por aí, que Peterson seria mais um “polemista” das redes sociais (ala Milo Yiannopoulos), indispensáveis nos tempos de hoje para defender a liberdade de expressão, mas não muito mais que isso. Ledo engano.

Não farei aqui um resumo do pensamento de Peterson (sugiro, para esta finalidade, o texto Quem é Jordan B. Peterson), mas uma exposição de algumas razões pelas quais devemos prestar atenção nele, sermos entusiastas de seu trabalho e por que precisamos de alguém exatamente como ele para o exato momento em que vivemos.


Continue a leitura do texto no site do Instituto Burke, clicando aqui.