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domingo, 25 de dezembro de 2016

O multiculturalismo globalista tem sangue nas suas mãos

Por André,



Uma jovem estudante de medicina alemã de 19 anos foi estuprada e morta por um refugiado afegão na Alemanha (confiram a matéria suspeitamente honesta no Globo).

O ponto aqui é que homens jovens em idade militar NÃO SÃO REFUGIADOS.

Refugiado é idoso, criança, mulher viúva.

Marmanjo em idade militar NÃO É REFUGIADO, É IMIGRANTE. Poderiam ir para a Arábia Saudita, para o Kuwait, para o Bahrein, poderiam permanecer na Turquia, mas preferem ir para a Alemanha ou para Calais e entrar de qualquer jeito na Inglaterra (nem mesmo a França basta).

Os pais da garota, militantes ideológicos da doutrina do multiculturalismo e das fronteiras abertas usaram o funeral da filha para angariar fundos para imigrantes.

Os pais da garota, ligados à União Europeia, são militantes do multiculturalismo globalista que pretende abolir as fronteiras dos Estado-nação. E a coisa não para aí, ambos usaram o funeral da filha para arrecadar dinheiro em favor de imigrantes: http://usdefensewatch.com/2016/12/german-parents-of-daughter-rapedmurdered-by-muslim-migrant-collect-funeral-donations-for-migrants/.

A Europa morreu.

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Reportagem sobre infanticídio indígena é pá de cal em elementos propagandísticos da ciência social

Por André,

No último domingo foi exibida no programa Fantástico uma reportagem sobre a prática do infanticídio em algumas tribos indígenas que abrigadas em território brasileiro.

Muitas questões podem ser erigidas aqui:

- como lidar com o subjetivismo ético, multiculturalismo e relativismo cultural em casos como esses? Matar bebês defeituosos, gêmeos etc é uma prática aceita e recomendável pela cultural local, dado o contexto não há problema algum.

A imoralidade do assassinato é um fato atestado por todas as culturas. Até mesmo porque nenhuma "sociedade" que aceitasse o assassinato sobreviveria por mais de duas gerações.

O relativismo moral está em moda. Ontem mesmo debati com um adepto. O sujeito, que parecia bem intencionado, fez um inventário de valores diversos e contraditórios, até me disse que segundo os esquimós é normal que os visitantes durmam com as esposas dos anfitriões e seria pouco educado não fazê-lo. Ao que repliquei que concordo que existem valores diversos e contraditórios, o que não implica que todos sejam certos ou devam ser aceitos.

Nessa era de relativismo, como condenar o infanticídio (em geral) e mais especificamente a prática tal como inserida em comunidades indígenas (o alarme do politicamente correto soa aqui)? O fato é agravado pelas leis brasileiras condenarem abertamente o infanticídio. O que fazer, existem grupos sociais e étnicos acima da lei nacional? Uma cultura que faz culto à morte deve ser tolerada?

- o mito do indígena como "bom selvagem" é refutado pela enésima evidência conhecida.

Embora largamente refutada pela pesquisa acadêmica livre de engodos ideológicos, ainda é uma peça de propaganda das ciências sociais a ideia que indígenas são "bons selvagens", ou seja, grupos étnico-sociais que não conheciam a maldade, doença, conflito etc antes do contato com o homem branco.

A prática do assassinato deliberado em nome de crenças religiosas e outros misticismos é velha conhecida do continente americano e data de muito antes do contato com os europeus.

De bons selvagens corrompidos pela sociedade civil os indígenas não têm nada e visto que o ardil teórico do bom selvagem não goza de nenhuma credibilidade científica, insistir nele se torna uma pura peça de propaganda ideológica.

- filhos oriundos de adultério ou fora/antes do casamento também podem ser condenados à morte.

Os indígenas não seriam seres livres do moralismo e que regem suas vidas de acordo com as "leis" da natureza? Não parece a condenação ao adultério extremamente "cristã"?

A suposta pureza moral indígena mais uma vez refutada pela realidade experimental. A moralidade indígena, na melhor das hipóteses, não serve de exemplo para ninguém. Praticar apologia da moralidade indígena em detrimento da moralidade civilizada é, mais uma vez, pura peça de propaganda.

- muito embora a cultura local permita e incentive o infanticídio, muitas mães se negaram a fazê-lo, como explicar?

Esse aspecto constatado é a cereja do bolo. É o bônus.

O pessoal adepto do determinismo cultural/social deve estar arrancando os cabelos vendo a boa e velha propaganda das ciências sociais sendo refutada.

Se os valores são determinados pela cultura, por que a cultura local não determina o comportamento de todas as mães e todas simplesmente matam os filhos socialmente indesejáveis?

O que é que fala mais alto e muitas vezes leva certas mães a não compactuarem com o assassinato dos filhos? Instinto materno? Algum tipo de moral natural?

Responder isso é o menos importante. O fato simples e interessante é: a cultura NÃO é determinante, caso fosse, todas simplesmente subscreveriam o infanticídio. Alguma coisa, seja lá o que for, se sobrepõe à cultura e impede que ao menos alguns bebês sejam assassinados.

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

O terrorista Anjem Choudary e a prova definitiva que o multiculturalismo falhou

Por André,

Já falei sobre o terrorista Anjem Choudary aqui neste blog e desde sua última aparição o mesmo já se encontra devidamente preso por fazer justamente incitação ao terrorismo. Contudo, antes de ser preso, Choudary desfrutou amplamente da liberdade de expressão britânica, defendendo publicamente medidas como decapitações, morte por apostasia e apedrejamentos, como pode ser visto em alguns dos vídeos a seguir:


Aqui o faz em conversa com o sempre brilhante Douglas Murray, onde tenta equiparar as ações das forças armadas israelenses com os atos do ISIS. Observem: a despeito do discurso obtuso e criminoso, Choudary é um legítimo convidado do programa, gozando de tanta liberdade quanto Murray ou qualquer outro.

Choudary crê que a implementação da sharia ao redor do mundo e a consequente criação de um califado universal é inevitável e que as "bombas" americanas não serão capazes de evitar isso. Tal discurso fora enfatizado por Choudary em sua entrevista a Sean Hannity:


O terrorista é tão despudorado que, ao requisitarem que testasse o microfone usando o clássico "1, 2, 3 testando", usou datas de atentados terroristas como "11/09, 07/07 etc".

Com qual chave de compreensão entender que tal pessoa goze de liberdade de expressão numa sólida democracia ocidental? Creio que sejam frutos do multiculturalismo que poucos estão dispostos a apontar o dedo.

O multiculturalismo é a perniciosa ideia (se não é originalmente, é nisso que se tornou quando fundido ao relativismo radical de nossa época) que todas as culturas são igualmente boas ou más e, portanto, qualquer distinção entre culturas superiores e inferiores é preconceituosa e ultrapassada. As posições de Choudary, oriundas de seu radicalismo islâmico, não são tão melhores que o multiculturalismo que permitiu que ele falasse livremente por tanto tempo, são apenas coisas diferentes (aqui fica evidente o caráter autofágico do multiculturalismo - o mundo desejável de Choudary não prevê a existência de valores contraditórios convivendo pacificamente, uma vez que Choudary e seus pares eventualmente assumam o poder, o multiculturalismo será, com sorte, mero objeto histórico).

Tenta-se retratar o multiculturalismo como cosmopolitismo: estar na presença de pessoas de todos os lugares do mundo numa grande capital, ver um filme indiano com uma colega coreana da universidade e depois comer num restaurante italiano. Tudo isso seria "multiculturalismo"? Seria o mesmo que dizer que nada disso existia antes do mesmo, como se muito antes da ideologia multiculturalista, povos não tivessem convivido pacificamente e praticado comércio, por exemplo.

O muçulmano "moderado" Mehdi Hasan compartilha da visão que o multiculturalismo é o que descrevi, um mero cosmopolitismo:


O fato é que a ideologia multiculturalista, que tem por intenção mostrar que a cultural ocidental não apenas é igual as demais, mas é pior (sim, debata com um adepto do multiculturalismo que verá como critérios objetivos aparecem rapidamente para condenar a "opressão", o "machismo" e o "racismo" da cultura ocidental) é responsável pelo livre desfile de Choudary nas maiores redes de TV da Grã-Bretanha por muito tempo antes de sua prisão, afinal, é apenas mais um sujeito expressando seus "valores" na multicultural Europa e Grã-Bretanha.

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Desconstruindo o mito sueco

Por André,


A Suécia é frequentemente citada como exemplo de país onde o "socialismo funcionou". Será mesmo? Será mesmo que é o forte poder do Estado que explica o aparente sucesso da Suécia e de outros países escandinavos?

Vejam o texto que circula pelo Facebook, com mais de trinta mil compartilhamentos:
Tentei ficar quieto, mas não me aguentei. 
Sou de uma família tradicional e de classe média alta brasileira, e fui o único a votar na Dilma. 
Nos últimos anos tive o privilégio de morar por 2 anos em Estocolmo, trabalhando e estudando. E digo o que pouca gente imagina: na maior parte da Suécia não existe luxo. 
Eu morei num prédio onde moravam médicos, lixeiros, músicos, advogados, e atendentes de super mercado. Juntos. Eu vi pessoas muito ricas andando de bicicleta no inverno, e aproveitando a vida comendo sanduíche sentado no chão de um parque (não num shopping). Donos de agências que atendem Pepsi, NBA, RedBull almoçando comida feita em casa num tupperware sentados na mesma mesa que eu que era imigrante e o Estagiário Assistente de Escritório. 
Eu vi meninas como essas da foto andando sozinhas às 3h da manhã em áreas vazias, olhando o mapa no iphone usando shortinho meia bunda e regatinha que mostra o lado do peito ouvindo a música nova da Lykke Li no último volume e cantando. E passaram do meu lado na mesma calçada sem nem atravessar a rua. Sem medo.  
Sem.  
Medo. 
Tudo isso, que nós brasileiros invejamos tanto e dizemos que ‘lá fora é muito melhor’ só se consegue com uma coisa: igualdade social.
A Suécia não chega a ter 10 milhões de pessoas, e a igualdade lá vem sendo praticada desde o início. 
O Brasil tem 200 milhões e a desigualdade aqui vem sendo praticada desde o primeiro instante. O que isso implica? 
Implica que se você, pessoa que gosta tanto da Europa, quer que o Brasil fique um pouco mais parecido com lá, abraçar a causa da igualdade social é uma necessidade. E ela pode acontecer de duas formas: rápido ou devagar.
Rápido está fora de questão, mas devagar é sim possível. Eu pergunto: Qual é o problema se o país precisa crescer 1% ao invés de 6% para que o Brasil saia do mapa mundial da fome? Ou para que o analfabetismo acabe? Ou o saneamento básico?
Você se preocupa mais com o quanto cai na sua conta do que com quantas pessoas conseguem comer, escrever o próprio nome ou defecar em um lugar decente? 
Crescimento de economia é uma coisa, é cálculo do PIB que soma em valores monetários todos os bens e serviços finais produzidos no País.  
Já o IDH mede expectativa de vida, analfabetismo, educação, padrão e qualidade de vida e entre outras coisas também o PIB per Capita. 
‘O país tem que voltar a crescer’, foi slogan de uns e é opinião de todos, mas o que é ‘crescer’?  
Crescer é PIB para poucos como sempre foi no Brasil? 
Ou crescer é IDH, com PIB mais distribuído para todos?
O Brasil não tem meios de gerar mais dinheiro do que o que já circula dentro dele (seria lastro para controle) ou seja, a riqueza que existe dentro do Brasil precisa sim ser melhor distribuída para que você possa ter aqui, aonde suas netas e netos irão nascer, uma qualidade de vida mais parecida com a da Europa. Sem medo.
Sem.
Medo.
Mas como dinheiro não cresce em árvore, pra que isso aconteça, tem que mexer no que é teu.  
Só que quando alguém fala em mexer no que é teu, ninguém mais quer igualdade social, e todo esse papo vai por água a baixo. Certo? 
Certo. 
Amigo, a verdade é: egoísmo não combina com igualdade social. Ninguém gosta de dividir as duas últimas preciosas bolachas favoritas. 
Se você quer ser egoísta, ao menos seja sincero e diga que está pouco se fodendo para os humanos aqui do Brasil do sul ou do norte que torcem junto contigo pro Neymar Jr. na Copa do Mundo. Que tanto faz se eles sabem ler, escrever ou tem o que pôr na barriga. Então faça sua trouxinha de dólares e ajude a sustentar alguma ONG que ajuda algum 'vagabundo' na África. Não vou te julgar ou tentar te convencer. Mas é isso o que penso.
Focarei na questão sueca mesmo, sem tratar especificamente do petismo disfarçado de intelectualismo da postagem. 

A Suécia, ao menos hoje, em 2014, dá certo. Como explicar? Será que essa condição toda maravilhosa da Suécia é realmente explicada pelo 1) welfare state e 2) igualdade social? Será que o welfare state é autossustentável ou requer condições passadas e futuras para ser mantido e é, no limite, uma política perecível?

Na Suécia, o imposto de renda pode chegar a 58,2% e a carga tributária é a 41ª maior do mundo, porém, 122 horas de trabalho por ano de um sueco são suficientes para custear os impostos, ao passo que nós, brasileiros, como ganhamos muito menos que os suecos, precisamos de 2.600 horas de trabalho para custear todas as taxas (todas essas informações podem ser colhidas no estudo "Paying Taxes 2014").

Isso é bastante significativo, pois mostra que boa parte da renda dos suecos permanece em suas mãos para que gastem como bem entender. Além disso, a economia sueca, como todas as demais economias escandinavas são extremamente abertas, levando menos de uma semana para se abrir uma empresa lá, por exemplo. Ou seja, o mesmo Estado que se engrandece na cobrança de impostos e ao prover serviços custeados com esses impostos, não se posta como empecilho à livre concorrência empresarial, tudo isso conforme já documentei aqui.

Portanto, o quadro econômico sueco e escandinavo não é exatamente de tipo de intervencionismo infantil que os defensores do PT pretendem levar os outros a acreditar com seus textos afetados. Mas é certo que se o Estado sueco não intervém na economia, intervém na vida dos cidadãos. Proibiu que pais dessem "palmadas" em seus filhos e outras infindáveis ações-babá (inclusive ditando as regras que devem reger atos sexuais), conforme documenta Janer Cristaldo em seu "O paraíso sexual democrata".

Ainda assim, é perfeitamente sabido que o estado de bem-estar social não dura eternamente. Dura enquanto o dinheiro que o custeia durar. Muito da riqueza dos países escandinavos, especialmente a Noruega, é oriunda do petróleo (petróleo este que foi protegido pelas EUA na 2ª guerra) e não exatamente do poder econômico nas mãos do Estado.

Países escandinavos também não tem histórico de envolvimento em guerras, o povo é tradicionalmente empreendedor e a liberdade econômica tem mostrado aumento ao longo dos anos e é consideravelmente superior ao resto do mundo, conforme demonstra o excelente artigo do sueco Stefan Karlsson "The Myth of Sweden".

Ainda assim, gostaria de destacar aspecto usualmente escanteado na explicação da harmonia social escandinava: a coesão cultural. A explicação para lixeiros e médicos compartilharem o mesmo prédio ou para que as filas sejam respeitadas não está no estado-babá, mas sim na coesão cultural do povo escandinavo. Todos se entendem por um porque todos são, de fato, cultural e socialmente, um. As tradicionais divergências entre norte e sul (EUA, Brasil, Itália etc) não existem por lá porque os países são pequenos, pouco populosos e culturalmente coesos (muito embora isso esteja perto do fim se as coisas caminharem como hoje caminham. Também por lá já se formam guetos islâmicos onde a taxa de natalidade é vastamente superior à dos nativos).

Quanto ao estado de bem-estar social, ele é uma forma de política que ignora o futuro (afinal, segundo Keynes, no futuro estamos todos ferrados). Como o dinheiro dos outros não dura para sempre, a Suécia vem apontando uma tendência definitiva de declínio no IDH e estudos apontam que ela será um país de terceiro mundo em 2030!

Circula nas redes um texto semelhante a esse da Suécia citando uma série de intervencionices do estado australiano na vida das pessoas e a suposta prova que devemos aplaudir as mesmas políticas aqui no Brasil, mesmo sabendo que o Brasil é um dos piores do mundo em termos de retorno de impostos cobrados em serviços de qualidade.

O que falta citar é que todos esses supostos paraísos do bem-estar social tem uma economia aberta e liberal (o aspecto curioso a respeito da Austrália é que as reformas liberais na economia foram implementadas pelo partido trabalhista local). Encabeçam os rankings de liberdade econômica, lideram os rankings educacionais e estão entre as nações menos corruptas do mundo. Desassociar estes fatos do Estado supostamente intrujão é desonestidade completa, especialmente para aqueles que pretendem com isso introduzir o petismo pela porta dos fundos da argumentação séria.

Sugestão: "Como o laissez-faire enriqueceu a Suécia?".

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Sam Harris está enfrentando a fúria esquerdista por suas críticas ao Islã.

Por André,

Sam Harris recentemente esteve no programa de Bill Maher na HBO, onde defendeu a radical ideia que o islamismo é uma religião que justifica a violência, boa parte dos muçulmanos compartilha ideias que justificam ações violentas ou é conivente com aqueles que praticam. Na bancada teve Bill ao seu lado na defesa dessas ideias e outros três convidados contrários, entre eles o diretor e ator Ben Affleck. A acusação, como alguém pode antever, foi que Harris é "preconceituoso" e "racista":


Um dos pontos do debate é sobre a postura de esquerdistas diante do problema islâmico. O esquerdismo (liberalism) defende a liberdade de expressão, a tolerância, o respeito mútuo etc. Como lidar com terroristas e radicais muçulmanos se eles não compartilham esses valores? Para Maher e Harris os liberais se perderam nesse ponto e com medo de parecerem preconceituosos preferem não condenar o Islã como uma religião que legitima a violência.

Percebam que esse tema não é inédito aqui. Tratei dele quando o mesmo Harris e Dawkins foram atacados pela militância esquerdista já por críticas ao Islã ou por se posicionar ao lado de Israel na guerra contra o radicalismo. Em certos casos, a tampa da esquerda simplesmente não fecha.

Pois bem, o debate na mesa de Maher não parou ali. Uma montanha de ataques a Harris pulularam pela web e ele foi convidado por um de seus detratores para uma conversa esclarecedora que acabou durando três horas. Quanto ao interlocutor de Harris no vídeo - Cenk Uygur - nunca vi mais gordo e a julgar pela entrevista me parece um sujeito intelectualmente limitadíssimo:



O que falta no repertório de análise de Harris, provavelmente porque ele próprio se considera limpinho demais para admitir isso, é o fator da "guerra cultural" em curso contra o Ocidente.

Seus amigos esquerdistas que fazem doce para condenar as ações islâmicas na verdade apenas preferem se aliar ao inimigo que é inimigo do meu inimigo. O que o ISIS e a esquerda radical compartilham é seu ódio pelo modo de vida ocidental cujo maior e melhor representante é a América. Como expliquei no texto sobre a "tampa" da esquerda: na ótica esquerdista radical, é mais interessante relativizar as motivações das mazelas do ISIS e associar-se aos radicais islâmicos do que conceder o direito de condenação ao ISIS para o também esquerdista Sam Harris.

Isso é guerra e a guerra pode requerer sacrifícios dos seus próprios.

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Quase totalidade de estupradores em Oslo é muçulmana

Por André,



Homens muçulmanos são responsáveis pela maioria esmagadora de estupros de norueguesas na capital Oslo. Agora observem:

1. uma jornalista que defende o direito das mulheres é atacada pela esquerda local como "islamofóbica".

2. a mesma esquerda local CULPA AS VÍTIMAS de estupro pelo ocorrido, pois do contrário teriam de concordar que o fator determinante aí é a religião islâmica dos estupradores, o que gera uma guerra civil na mentalidade multiculturalista da própria esquerda que monopoliza a virtude e se coloca como única defensora das mulheres.

Ainda há quem diga que não há um quadro estratégico, cultural e revolucionário por trás disso tudo. Pra cultivar a narrativa multicultural e politicamente correta vale até abrir mão dos direitos das mulheres.

Quem tiver interesse nessa discussão procure pelos posts com a tag "islamismo" aqui no site.


A realidade está cada dia mais racista e islamofóbica, devemos derrotá-la...

segunda-feira, 17 de março de 2014

Por que o Ocidente é superior?

Por André,

O último texto, sobre Jean Wyllys e Rodrigo Constantino, faz levantar uma discussão importante: a cultura ocidental é superior às demais? Se sim, isso é pecado? É retorno ao nazismo? Essa cultura deve ser imposta?

Existe um material vasto sobre essa questão, eu mesmo, embora interessado pela questão, não vasculhei nem um décimo da mesma e o assunto é um convite a afirmações dúbias ou precipitadas.

Muitos poderiam objetar: mas imperialismo, racismo, eugenia, preconceito, colonização, guerras etc. etc. não são produtos de fábrica ocidentais? Bem, de certa maneira, sim. Porém nada disso é privilégio do Ocidente, muitas dessas coisas nem começaram com ele e em nenhum lugar do globo essas coisas são mais combatidas do que aqui.

Acho que um dos pontos que os críticos precisam ter em mente é sob qual critério faremos nossa análise? Sob o critério do possível ou do desejável? Da perfeição ou do adequado a critérios realistas?

Isso é essencial, pois quando afirmamos que a cultura ocidental é superior e que os valores aqui defendidos são os mais elevados disponíveis, não estamos dizendo que aqui tudo é perfeito e que em todos os cantos do ocidente gays são livres, não há mais nenhum tipo de escravidão ou injustiça. Mas certamente todas essas coisas existem menos por aqui do que em outros lugares.

Vejamos um exemplo disso. No vídeo abaixo, habitantes da Alemanha Oriental arriscam suas vidas para atravessar um rio e chegar na Alemanha Ocidental. Preocupada com a possibilidade de ser alvejada, a fugitiva diz que temeu, alguém que a assiste afirma "fique tranquila, você está em território ocidental":


Afirmar a superioridade do Ocidente a partir de depoimentos como esse é dizer que todos que aqui habitam gozam de plena liberdade, democracia e direitos civis assegurados 100% do tempo? Não. É apenas constatar o óbvio: a parte do globo onde a maioria das pessoas goza de tais virtudes é esta.

Muitos já diagnosticaram o declínio da civilização ocidental. Parece até que esse fato orkutizou-se, todos falam dele com relativa autoridade (até ironizei no Facebook outro dia perguntando o que cada um fez naquele dia para salvar a civilização ocidental - uma espécie de mote revolucionário da direita). Um autor que já conhecia, mas que tive contato maior há pouco, o filósofo alemão Oswald Spengler diz que tal declínio é inevitável. Civilizações são como organismos, mais cedo ou mais tarde desfalacem (pensando de forma rápida, sua conclusão parece evidente: Grécia clássica, China, Egito, Roma e na mesma esteira os impérios: mongol, britânico, francês, espanhol etc).

Mas isso não impede de afirmarmos sem medo que a cultura ocidental é superior a todas as outras disponíveis e já vistas.

O Intelligence Squared realizou um debate com o seguinte tema "deveríamos ser relutantes em afirmar a superioridade dos valores ocidentais?". O debate é sensacional, das falas pró-Ocidente, destaco as de Douglas Murray e a simplesmente épica de Ibn Warraq, apóstata muçulmano:



O lado anti-ocidental era bastante fraco: um estudioso de islamismo que tradicionalmente reduz toda conversa a um debate de bar, um marxista americano que não consegue conter a ansiedade por ver o capitalismo e os EUA destruído e um historiador que mistura passado com presente: ele cita mazelas passadas praticadas no Ocidente (a Inquisição, por exemplo, há quanto tempo a última ocorreu?) como se isso refutasse a superioridade do Ocidente hoje. Warraq refutou todos esses pontos.

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Islã ou Islamofobia? Ou: quando, na guerra cultural, a esquerda será engolfada por sua própria cria, o Islã radical

Por André,


Assistam este vídeo, depois assistam de novo. Depois leia (sem edição e sem correção) a descrição escrita pelos organizadores dessa "conferência de paz":

Quando organizações muçulmanas convidam Shaykhs, que falam abertamente sobre os valores do islã, a mídia islamofóbica do Ocidente começa a atacar o caráter da organização e do palestrante convidado. A questão sobre a qual estes jornalistas islamofóbicos precisa refletir é: são esses pontos de vista, ditos "radicais", que eles criticam endossados apenas por esses poucos indivíduos convidados ou o muçulmano comum acredita neles? Se o muçulmano comum acredita neles isso significa que mais ou menos todos os muçulmanos são radicais e que o Islã é uma religião radical. Já que este não é o caso, já que o Islã é uma religião de paz, assim como as massas de muçulmanos, estes Shaykhs não podem ser redicais. Trata-se mais da islamofobia da mídia ocidental ignorante, que está mais ocupada em fazer dinheiro alienando o islã, ao apresentar os muçulmanos dessa maneira. A Islam Net, uma organização na Noruega, convidou 9 palestrantes para a Conferência de Paz Escandinava de 2013. Estes palestrantes provavelmente seriam colocados como "extremistas", caso a mídia fosse escrever sobre o evento. Como se deu o fato dessa conferência ter sido a maior Internacional Muçulmana Escandinava, evento que ocorreu na Noruega e teve um número de 4.000 participantes? A maioria desses que participaram discordava do que os palestrantes defendiam? Se sim, por que pagaram para entrar? Esqueçamos isso por um momento, imaginemos que não soubéssemos o que todas essas pessoas pensam sobre segregação entre homens e mulheres ou apedrejar até a morte aqueles que cometem adultério. O presidente da Islam Net, Fahad Ullah Qureshi perguntou isso à plateia e a resposta foi clara. Os participantes eram muçulmanos Sunni comuns. Eles não se consideram radicais ou extremistas. Eles acreditam que a segregação é a coisa certa a fazer, tanto homens como mulheres concordam com isso.  Eles até mesmo apoiam o apedrejamento ou qualquer outra penalização que o Islã ou o profeta Maomé (que a paz esteja com ele) determinem para o adultério ou qualquer outro crime. Eles até acreditam que essa prática devem ser implementadas ao redor do mundo. E o que isso nos diz? Ou todos os muçulmanos e todo o Islã são radicais ou a mídia é Islamofóbica e racista na sua apresentação do Islã. O Islã não é radical, tampouco são os muçulmanos. Isto significa que a mídia é a razão para o ódio contra muçulmanos, que está se espalhando pelos países não-muçulmanos ocidentais.

Sam Harris (extraí a ideia e o texto de seu site), complementa: Este é um documento notável. Leia-o atentamente e você atravessará o país do espelho. Os organizadores dessa conferência creem (com boas razões) que pontos de vista "extremistas" não são raros entre muçulmanos, mesmo no Ocidente. E eles consideram a negação da mídia desse fato um sintoma de... Islamofobia. A serpente do obscurantismo começou, finalmente, a devorar o próprio rabo. Aparentemente, é sinal de racismo imaginar que apenas uma pequena minoria de muçulmanos poderia efetivamente perdoar a subjugação das mulheres e a morte de apóstatas. "Como ousa nos chamar de "extremistas" quando representamos tantos? Não somos o extremo. Este é o Islã". Isso quer dizer alguma coisa. E é hora de esquerdistas (liberals) seculares e (verdadeiros) muçulmanos moderados pararem de negar isso.


Vários pontos merecem comentário nesse vídeo e texto. Primeiro, mais evidente e mais urgente: o Islã, diferente de qualquer outra religião de massa, tem um projeto de poder e dominação global: eles têm uma religião? Sim. Mas também tem uma economia, um direito (a famigerada sharia) e o mesmo ódio, compartilhado pelo outro bloco de dominação global (o russo-chinês): ódio pelo Ocidente, cuja representação maior é o "Grande Satã" - a América.

Qualquer um que comente política e se julgue merecedor de crédito deve levar em conta a existência de blocos de poder que estão, nesse momento, às vezes degladiando-se entre si, mas sempre contra a democracia liberal ocidental: o comunista (russo-chinês), o muçulmano e o globalista.

Ademais, insisto num ponto que já adverti em outros momentos: a estratégia política muçulmana adota a mesma retórica vitimista da esquerda mundial, que exige dinheiro e poder político para "ajudar" as minorias. Toda e qualquer informação sobre o radicalismo islâmico da malévola imprensa ocidental é explicada por mera "islamofobia". Toda e qualquer crítica a Barack Obama é racismo. O barulho dos sinos te faz lembrar de algo?

Outro mito, criado pela imprensa ocidental (atacada por eles próprios) e alimentada pela esquerda "light" (que fica toda ouriçada diante de uma "minoria oprimida", independente da incoerência entre suas premissas e as dos "moderados" muçulmanos) é o de que se trata de uma minoria de muçulmanos que apóia atos terroristas e radicalismos, quando na verdade um número grande de muçulmanos, VIVENDO NA EUROPA, aprovam ações terroristas (20% aprova a ação dos terroristas do 7/7 de Londres, por exemplo), sem mencionar o restante, que permanece silencioso diante dos atos da dita minoria.

A mensagem do texto é clara: o "radicalismo" islâmico não existe porque radicais são minorias e não é a minoria de muçulmanos que aprova o apedrejamento de adúlteras e apóstatas. Mais claro que isso, impossível.

Vale ainda conferir:

Richard Dawkins já enfrentou a fúria, tanto islâmica quanto da esquerda "light" da Grã-Bretanha, por disparar obviedades contra muçulmanos.

Um debate meu entre um esquerdista iluminado cuspidor de fogo contra o cristianismo moderado, mas que vende a alma até para os radicais muçulmanos.

A tragédia a se passar na Bélgica, junto com França, Suécia e Alemanha, a sofrer com o domínio muçulmano: "Bem-vindos ao Belgistão".


E ainda alguns vídeos essenciais sobre o tema:

A guerra contra o cristianismo perpetrada pelos "radicais" (ou seria pelos moderados?), exposta pelo excelente Rand Paul:


E o link evidente entre a conivência ocidental com o projeto de poder muçulmano e a balela do multiculturalismo e do relativismo cultural, exposta por Douglas Murray (recomendo tudo dele disponível no Youtube):





Disso só resta concluir que a esquerda iluminada na Europa será destruída pela sua própria estratégia autofágica de arregimentar quaisquer minorias interessantes para vencer a guerra política. Como fica evidente, mais uma vez, a cobra começa a engolir o próprio rabo: ao legitimar o discurso de radicais (ou moderados, não sei mais) em nome da "boa vizinhança" e, naturalmente, da destruição dos valores ocidentais que autorizam essa boa vizinhança, a esquerda será engolfada por sua própria cria.
ShaykhsS
Shaykhs
Shaykhs

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Nós não deveríamos ser relutantes em afirmar a superioridade dos valores ocidentais

Por André,

O grupo "Intelligence Squared" (inteligência ao quadrado) promotor de debates nos EUA e na Europa, promoveu um debate sobre os valores ocidentais, acompanhem:


Sabem quandos as PUCs ou USPs da vida, em seus departamentos de humanas, autoritariamente regidos pelo relativismo cultural promoveriam tal debate?

NUNCA.

domingo, 4 de agosto de 2013

O Islã representa um PERIGO para a Europa e para o mundo: as estatísticas da "religião da paz"


Muslim Opinion Polls
A "Tiny Minority of Extremists"?


"Strive hard against the unbelievers and the hypocrites and be
unyielding to them; and their abode is hell, and evil is their destination." 

Quran 9:73

Have you heard that Islam is a peaceful religion because most Muslims live peacefully and that only a "tiny minority of extremists" practice violence?  That's like saying that White supremacy must be perfectly fine since only a tiny minority of racists ever hurt anyone.  Neither does it explain why religious violence is largely endemic to Islam, despite the tremendous persecution of religious minorities in Muslim countries.

In truth, even a tiny minority of "1%" of Muslims worldwide translates to 15 million believers - which is hardly an insignificant number.  However, the "minority" of Muslims who approve of terrorists, their goals, or their means of achieving them is much greater than this.  In fact, it isn't even a true minority in some cases, depending on how goals and targets are defined.

The following polls convey what Muslims say are their attitudes toward terrorism, al-Qaeda, Osama bin Laden, the 9/11 attacks, violence in defense of Islam, Sharia, honor killings, and matters concerning assimilation in Western society.  The results are all the more astonishing because most of the polls were conducted by organizations with an obvious interest in "discovering" agreeable statistics that downplay any cause for concern.
(These have been compiled over the years, so not all links remain active.  We will continue adding  to this).


Terrorism
 
ICM Poll: 20% of British Muslims sympathize with 7/7 bombers

http://www.telegraph.co.uk/news/uknews/1510866/Poll-reveals-40pc-of-Muslims-want-sharia-law-in-UK.html
NOP Research: 1 in 4 British Muslims say 7/7 bombings were justified

http://www.cbsnews.com/stories/2006/08/14/opinion/main1893879.shtml&date=2011-04-06
http://www.webcitation.org/5xkMGAEvY


People-Press: 31% of Turks support suicide attacks against Westerners in Iraq.
http://people-press.org/report/206/a-year-after-iraq-war

YNet: One third of Palestinians (32%) supported the slaughter of a Jewish family, including the children:
http://pajamasmedia.com/tatler/2011/04/06/32-of-palestinians-support-infanticide/
http://www.ynetnews.com/articles/0,7340,L-4053251,00.html


World Public Opinion: 61% of Egyptians approve of attacks on Americans

32% of Indonesians approve of attacks on Americans

41% of Pakistanis approve of attacks on Americans

38% of Moroccans approve of attacks on Americans

83% of Palestinians approve of some or most groups that attack Americans (only 14% oppose)

62% of Jordanians approve of some or most groups that attack Americans (21% oppose)

42% of Turks approve of some or most groups that attack Americans (45% oppose)

A minority of Muslims disagreed entirely with terror attacks on Americans: 

(Egypt 34%; Indonesia 45%; Pakistan 33%)

About half of those opposed to attacking Americans were sympathetic with al-Qaeda’s attitude toward the U.S.
http://www.worldpublicopinion.org/pipa/pdf/feb09/STARTII_Feb09_rpt.pdf

Pew Research (2010): 55% of Jordanians have a positive view of Hezbollah

30% of Egyptians have a positive view of Hezbollah 

45% of Nigerian Muslims have a positive view of Hezbollah (26% negative)

43% of Indonesians have a positive view of Hezbollah (30% negative)

http://pewglobal.org/2010/12/02/muslims-around-the-world-divided-on-hamas-and-hezbollah/

Pew Research (2010): 60% of Jordanians have a positive view of Hamas (34% negative).


49% of Egyptians have a positive view of Hamas (48% negative)

49% of Nigerian Muslims have a positive view of Hamas (25% negative)

39% of Indonesians have a positive view of Hamas (33% negative)

http://pewglobal.org/2010/12/02/muslims-around-the-world-divided-on-hamas-and-hezbollah/

Pew Research (2010): 15% of Indonesians believe suicide bombings are often or sometimes justified.


34% of Nigerian Muslims believe suicide bombings are often or sometimes justified.

http://pewglobal.org/2010/12/02/muslims-around-the-world-divided-on-hamas-and-hezbollah/
16% of young Muslims in Belgium state terrorism is "acceptable".


http://www.hln.be/hln/nl/1275/Islam/article/detail/1619036/2013/04/22/Zestien-procent-moslimjongens-vindt-terrorisme-aanvaardbaar.dhtml
 
Populus Poll (2006): 12% of young Muslims in Britain (and 12% overall) believe that suicide attacks against civilians in Britain can be justified.  1 in 4 support suicide attacks against British troops.


http://www.populuslimited.com/pdf/2006_02_07_times.pdf
http://www.danielpipes.org/blog/2005/07/more-survey-research-from-a-british-islamist

Pew Research (2007): 26% of younger Muslims in America believe suicide bombings are justified.


35% of young Muslims in Britain believe suicide bombings are justified (24% overall).

42% of young Muslims in France believe suicide bombings are justified (35% overall).

22% of young Muslims in Germany believe suicide bombings are justified.(13% overall).

29% of young Muslims in Spain believe suicide bombings are justified.(25% overall).

http://pewresearch.org/assets/pdf/muslim-americans.pdf#page=60
Pew Research (2011): 8% of Muslims in America believe suicide bombings are often or sometimes justified (81% never).


28% of Egyptian Muslims believe suicide bombings are often or sometimes justified (38% never).
http://www.people-press.org/2011/08/30/muslim-americans-no-signs-of-growth-in-alienation-or-support-for-extremism/

Pew Research (2007): Muslim-Americans who identify more strongly with their religion are three times more likely to feel that suicide bombings are justified

http://pewresearch.org/assets/pdf/muslim-americans.pdf#page=60

ICM: 5% of Muslims in Britain tell pollsters they would not report a planned Islamic terror attack to authorities.

27% do not support the deportation of Islamic extremists preaching violence and hate.
http://www.scotsman.com/?id=1956912005
http://www.danielpipes.org/blog/2005/07/more-survey-research-from-a-british-islamist.html

Federation of Student Islamic Societies: About 1 in 5 Muslim students in Britain (18%) would not report a fellow Muslim planning a terror attack.


http://www.fosis.org.uk/sac/FullReport.pdf
http://www.danielpipes.org/blog/2005/07/more-survey-research-from-a-british-islamist

ICM Poll: 25% of British Muslims disagree that a Muslim has an obligation to report terrorists to police.

http://www.icmresearch.co.uk/reviews/2004/Guardian%20Muslims%20Poll%20Nov%2004/Guardian%20Muslims%20Nov04.asp
http://www.danielpipes.org/blog/2005/07/more-survey-research-from-a-british-islamist

Populus Poll (2006): 16% of British Muslims believe suicide attacks against Israelis are justified.

37% believe Jews in Britain are a "legitimate target".
http://www.populuslimited.com/pdf/2006_02_07_times.pdf
http://www.danielpipes.org/blog/2005/07/more-survey-research-from-a-british-islamist

Pew Research (2013): At least 1 in 4 Muslims do not reject violence against civilians (study did not distinguish between those who believe it is partially justified and never justified).

http://www.pewforum.org/uploadedFiles/Topics/Religious_Affiliation/Muslim/worlds-muslims-religion-politics-society-full-report.pdf

Pew Research (2013): 15% of Muslims in Turkey support suicide bombings (also 11% in Kosovo, 26% in Malaysia and 26% in Bangladesh).


http://www.pewforum.org/uploadedFiles/Topics/Religious_Affiliation/Muslim/worlds-muslims-religion-politics-society-full-report.pdf
See also: http://wikiislam.net/wiki/Muslim_Statistics_(Terrorism) for further statistics on Islamic terror.





al-Qaeda and Osama bin Laden
 
Pew Research (2007): 5% of American Muslims have a favorable view of al-Qaeda (27% can’t make up their minds).  Only 58% reject al-Qaeda outright.
http://pewresearch.org/assets/pdf/muslim-americans.pdf#page=60
Pew Research (2011): 5% of American Muslims have a favorable view of al-Qaeda (14% can’t make up their minds).

http://www.people-press.org/2011/08/30/muslim-americans-no-signs-of-growth-in-alienation-or-support-for-extremism/
Pew Research (2011): 1 in 10 native-born Muslim-Americans have a favorable view of al-Qaeda.

http://people-press.org/2011/08/30/muslim-americans-no-signs-of-growth-in-alienation-or-support-for-extremism/
al-Jazeera (2006): 49.9% of Muslims polled support Osama bin Laden

http://terrorism.about.com/b/2006/09/11/al-jazeeras-readers-on-911-499-support-bin-laden.htm
Pew Research: 59% of Indonesians support Osama bin Laden in 2003

41% of Indonesians support Osama bin Laden in 2007
56% of Jordanians support Osama bin Laden in 2003
http://www.forbes.com/2010/02/15/iran-terrorism-al-qaida-islam-opinions-columnists-ilan-berman.html
Pew Global: 51% of Palestinians support Osama bin Laden

54% of Muslim Nigerians Support Osama bin Laden
http://frontpagemag.com/2010/02/10/blinded-by-hate/
http://pewglobal.org/files/pdf/268.pdf
MacDonald Laurier Institute: 35% of Canadian Muslims would not repudiate al-Qaeda

http://www.torontosun.com/2011/11/01/strong-support-for-shariah-in-canada
http://www.macdonaldlaurier.ca/much-good-news-and-some-worrying-results-in-new-study-of-muslim-public-opinion-in-canada/
World Public Opinion: Muslim majorities agree with the al-Qaeda goal of Islamic law.

Muslim majorities agree with al-Qaeda goal of keeping Western values out of Islamic countries;
(Egypt: 88%; Indonesia 76%; Pakistan 60%; Morocco 64%)
http://www.worldpublicopinion.org/pipa/pdf/feb09/STARTII_Feb09_rpt.pdf
ICM Poll: 13% of Muslim in Britain support al-Qaeda attacks on America.

http://www.icmresearch.co.uk/reviews/2004/guardian-muslims-march-2004.asp
http://www.danielpipes.org/blog/2005/07/more-survey-research-from-a-british-islamist
World Public Opinion: Attitude toward Osama bin Laden:

Egypt: 44% positive, 17% negative, and 25% mixed feelings
Indonesia: 14% positive, 26% negative, 21% mixed feelings (39% did not answer)
Pakistan: 25% positive, 15% negative, 26% mixed feelings (34% did not answer)
Morocco: 27% positive, 21% negative, 26% mixed feelings
Jordanians, Palestinians, Turks and Azerbaijanis. Jordanians combined for: 27% positive, 20 percent negative, and 27 percent mixed feelings.  (Palestinians 56% positive, 20% negative, 22 percent mixed feelings).
http://www.worldpublicopinion.org/pipa/pdf/feb09/STARTII_Feb09_rpt.pdf
Pew Research (2010): 49% of Nigerian Muslims have favorable view of al-Qaeda (34% unfavorable)

23% of Indonesians have favorable view of al-Qaeda (56% unfavorable)
34% of Jordanians have favorable view of al-Qaeda
25% of Indonesians have "confidence" in Osama bin Laden (59% had confidence in 2003)
1 in 5 Egyptians have "confidence" in Osama bin Laden
http://pewglobal.org/2010/12/02/muslims-around-the-world-divided-on-hamas-and-hezbollah/
Pew Research (2011): 22% of Indonesians have a favorable view of al-Qaeda (21% unfavorable)

http://www.people-press.org/2011/08/30/muslim-americans-no-signs-of-growth-in-alienation-or-support-for-extremism/
Gallup: 51% of Pakistanis grieve Osama bin Laden (only 11% happy over death)

44% of Pakistanis viewed Osama bin Laden as a martyr (only 28% as an oulaw)
http://www.americanthinker.com/blog/2011/05/majority_of_our_pakistani_alli.html
Zogby International 2011: “Majorities in all six countries said they viewed the United States less favorably following the killing of the Al-Qaeda head [Osama bin Laden] in Pakistan”

http://www.google.com/hostednews/afp/article/ALeqM5hbpg5ou3Qk96-aTbpJyD4K0x2b9w?docId=CNG.561caa8da42ba25c5ee1f3158a926c28.c11
http://www.washingtonpost.com/blogs/checkpoint-washington/post/arab-worlds-views-of-us-president-obama-increasingly-negative-new-poll-finds/2011/07/12/gIQASzHVBI_blog.html
Populus Survey: 18% of British Muslims would be proud or indifferent if a family member joined al-Qaeda.

http://www.populuslimited.com/poll_summaries/2006_07_04_Times_ITV.htm
http://www.danielpipes.org/blog/2005/07/more-survey-research-from-a-british-islamist
Policy Exchange (2006): 7% Muslims in Britain admire al-Qaeda and other terrorist groups.

http://www.policyexchange.org.uk/images/libimages/246.pdf
http://www.danielpipes.org/blog/2005/07/more-survey-research-from-a-british-islamist



9/11 Attacks

 
al-Arabiya: 36% of Arabs polled said the 9/11 attacks were morally justified; 38% disagreed; 26% Unsure
http://www.alarabiya.net/articles/2011/09/10/166274.html
Gallup: 38.6% of Muslims believe 9/11 attacks were justified (7% "fully", 6.5% "mostly", 23.1% "partially")

http://elderofziyon.blogspot.com/2008/05/that-tiny-percentage-of-radical-muslims.html
http://www.washingtoninstitute.org/templateC06.php?CID=1154
Pew Research (2011): Large majorities of Muslims believe in 9/11 conspiracy

http://pewresearch.org/pubs/2066/muslims-westerners-christians-jews-islamic-extremism-september-11

 

Violence in Defense of Islam
  
40% of Indonesians approve of violence in defense of Islam.
http://www.thejakartapost.com/detailweekly.asp?fileid=20060728.@03
Pew Global: 68% of Palestinian Muslims say suicide attacks against civilians in defense of Islam are justified.

43% of Nigerian Muslims say suicide attacks against civilians in defense of Islam are justified.
38% of Lebanese Muslims say suicide attacks against civilians in defense of Islam are justified.
15% of Egyptian Muslims say suicide attacks against civilians in defense of Islam are justified.
13% of Indonesian Muslims say suicide attacks against civilians in defense of Islam are justified.
12% of Jordanian Muslims say suicide attacks against civilians in defense of Islam are justified.
7% of Muslim Israelis say suicide attacks against civilians in defense of Islam are justified.
http://cnsnews.com/node/53865 (Pew Global Attitudes Project September, 2009)
Center for Social Cohesion: One Third of British Muslim students support killing for Islam

http://www.dailymail.co.uk/news/article-1340599/WikiLeaks-1-3-British-Muslim-students-killing-Islam-40-want-Sharia-law.html
http://www.socialcohesion.co.uk/pdf/IslamonCampus.pdf
Policy Exchange: One third of British Muslims believe anyone who leaves Islam should be killed

http://www.civitas.org.uk/pdf/ShariaLawOrOneLawForAll.pdf
NOP Research: 78% of British Muslims support punishing the publishers of Muhammad cartoons;

http://www.cbsnews.com/stories/2006/08/14/opinion/main1893879.shtml&date=2011-04-06
http://www.webcitation.org/5xkMGAEvY
NOP Research: Hardcore Islamists comprise 9% of Britain's Muslim population;

Another 29% would "aggressively defend" Islam;
http://www.cbsnews.com/stories/2006/08/14/opinion/main1893879.shtml&date=2011-04-06
http://www.webcitation.org/5xkMGAEvY
Pew Research (2010): 84% of Egyptian Muslims support the death penalty for leaving Islam

86% of Jordanian Muslims support the death penalty for leaving Islam
30% of Indonesian Muslims support the death penalty for leaving Islam
76% of Pakistanis support death the penalty for leaving Islam
51% of Nigerian Muslims support the death penalty for leaving Islam
http://pewglobal.org/2010/12/02/muslims-around-the-world-divided-on-hamas-and-hezbollah/
ICM Poll: 11% of British Muslims find violence for religious or political ends acceptable.

http://www.icmresearch.co.uk/reviews/2004/Guardian%20Muslims%20Poll%20Nov%2004/Guardian%20Muslims%20Nov04.asp
http://www.danielpipes.org/blog/2005/07/more-survey-research-from-a-british-islamist
Terrorism Research Institute Study: 51% of mosques in the U.S. have texts on site rated as severely advocating violence; 30% have texts rated as moderately advocating violence; and 19% have no violent texts at all.

http://www.terrorismanalysts.com/pt/index.php/pot/article/view/sharia-adherence-mosque-survey/html
Pew Research (2013): 76% of South Asian Muslims and 56% of Egyptians advocate killing anyone who leaves the Islamic religion.

http://www.pewforum.org/uploadedFiles/Topics/Religious_Affiliation/Muslim/worlds-muslims-religion-politics-society-full-report.pdf
Pew Research (2013): 19% of Muslim Americans believe suicide bombings in defense of Islam are at least partially justified (global average is 28% in countries surveyed).

http://www.pewforum.org/uploadedFiles/Topics/Religious_Affiliation/Muslim/worlds-muslims-religion-politics-society-full-report.pdf


Sharia (Islamic Law)
 
83% of Pakistanis support stoning adulterers
78% of Pakistanis support killing apostates
http://www.realcourage.org/2009/08/pakistan-78-percent-call-for-apostate-deaths/
Center for Social Cohesion: 40% of British Muslim students want Sharia

http://www.dailymail.co.uk/news/article-1340599/WikiLeaks-1-3-British-Muslim-students-killing-Islam-40-want-Sharia-law.html
http://www.socialcohesion.co.uk/pdf/IslamonCampus.pdf
ICM Poll: 40% of British Muslims want Sharia in the UK

http://www.telegraph.co.uk/news/uknews/1510866/Poll-reveals-40pc-of-Muslims-want-sharia-law-in-UK.html
GfK NOP: 28% of British Muslims want Britain to be an Islamic state

http://www.civitas.org.uk/pdf/ShariaLawOrOneLawForAll.pdf
NOP Research: 68% of British Muslims support the arrest and prosecution of anyone who insults Islam;

http://www.cbsnews.com/stories/2006/08/14/opinion/main1893879.shtml&date=2011-04-06
http://www.webcitation.org/5xkMGAEvY
MacDonald Laurier Institute: 62% of Muslims want Sharia in Canada (15% say make it mandatory)

http://www.torontosun.com/2011/11/01/strong-support-for-shariah-in-canada
http://www.macdonaldlaurier.ca/much-good-news-and-some-worrying-results-in-new-study-of-muslim-public-opinion-in-canada/
World Public Opinion: 81% of Egyptians want strict Sharia imposed in every Islamic country

76% of Pakistanis want strict Sharia imposed in every Islamic country
49% (plurality) of Indonesians want strict Sharia imposed in every Islamic country
76% of Moroccans want strict Sharia imposed in every Islamic country
http://www.worldpublicopinion.org/pipa/pdf/feb09/STARTII_Feb09_rpt.pdf
World Public Opinion: 64% of Egyptians said it was “very important for the government” to “apply traditional punishments for crimes such as stoning adulterers.”

http://www.worldpublicopinion.org/pipa/pdf/feb09/STARTII_Feb09_rpt.pdf
Pew Research (2010): 77% of Egyptian Muslims favor floggings and amputation

58% of Jordanian Muslims favor floggings and amputation
36% of Indonesian Muslims favor floggings and amputation
82% of Pakistanis favor floggings and amputation
65% of Nigerian Muslims favor floggings and amputation
http://pewglobal.org/2010/12/02/muslims-around-the-world-divided-on-hamas-and-hezbollah/
Pew Research (2010): 82% of Egyptian Muslims favor stoning adulterers

70% of Jordanian Muslims favor stoning adulterers
42% of Indonesian Muslims favor stoning adulterers
82% of Pakistanis favor stoning adulterers
56% of Nigerian Muslims favor stoning adulterers
http://pewglobal.org/2010/12/02/muslims-around-the-world-divided-on-hamas-and-hezbollah/
Pew Research (2013): 72% of Indonesians want Sharia to be law of the land

http://www.thejakartaglobe.com/news/seventy-two-percent-of-indonesians-favor-shariah-law-pew-forum/
Pew Research (2013): 81% of South Asian Muslims and 57% of Egyptians suport amputating limbs for theft.

http://www.pewforum.org/uploadedFiles/Topics/Religious_Affiliation/Muslim/worlds-muslims-religion-politics-society-full-report.pdf


Honor Killings
Turkish Ministry of Education: 1 in 4 Turks Support Honor Killings
http://www.realcourage.org/2009/03/turkey-war-on-women/
http://www.todayszaman.com/newsDetail_getNewsById.action?load=detay&link=170502&bolum=100
Civitas: 1 in 3 Muslims in the UK strongly agree that a wife should be forced to obey her husband's bidding

http://www.imaginate.uk.com/MCC01_SURVEY/Site%20Download.pdf
http://www.civitas.org.uk/pdf/ShariaLawOrOneLawForAll.pdf
BBC Poll: 1 in 10 British Muslims support killing a family member over "dishonor".

http://www.expressandstar.com/blogs/peter-rhodes/2011/12/28/honour-killing-%E2%80%93-a-stain-on-our-nation/
Middle East Quarterly: 91 percent of honor killings are committed by Muslims worldwide.

http://www.canadafreepress.com/index.php/article/43207
95% of honor killings in the West are perpetrated by Muslim fathers and brothers or their proxies.

http://fullcomment.nationalpost.com/2011/09/21/barbara-kay-continue-calling-honour-killings-by-its-rightful-name/
A survey of Muslim women in Paris suburbs found that three-quarters of them wear their masks out of fear - including fear of violence.

http://www.nugget.ca/ArticleDisplay.aspx?e=3402230
Two-thirds of young British Muslims agree that 'honor' violence is acceptable.

http://www.dailymail.co.uk/news/article-2117003/More-thirds-young-British-Muslims-believe-honour-violence-acceptable-survey-reveals.html
Pew Research (2013): Large majorities of Muslims favor Sharia.  Among those who do, stoning women for adultery is favored by 89% in Pakistanis, 85% in Afghanistan, 81% in Egypt, 67% in Jordan, ~50% in 'moderate' Indonesia, Malaysia and Thailand, 58% in Iraq, 44% in Tunisia, 29% in Turkey, and 26% in Russia.

http://www.pewforum.org/uploadedFiles/Topics/Religious_Affiliation/Muslim/worlds-muslims-religion-politics-society-full-report.pdf
Pew Research (2013): Honor killing the woman for sex outside of marriage is favored over honor killing the man in almost every Islamic country.  Over half of Muslims surveyed believed that honor killings over sex were at least partially justified.

http://www.pewforum.org/uploadedFiles/Topics/Religious_Affiliation/Muslim/worlds-muslims-religion-politics-society-full-report.pdf


Assimilation
Muslims have highest claimed disability rates in the UK (24% of men, 21% of women)
http://www.dailymail.co.uk/news/article-1340599/WikiLeaks-1-3-British-Muslim-students-killing-Islam-40-want-Sharia-law.html
2011: 16% of UK prisoners in 2010 are Muslim (Muslims comprise about 3% of the total population)

http://www.google.com/hostednews/ukpress/article/ALeqM5j9EvY-ZaN9jm1TF2wT-EK28RTRDQ?docId=N0256451319500798601A
Pakistani Muslims in the UK are three times more likely to be unemployed than Hindus. Indian Muslims are twice as likely to be unemployed as Indian Hindus.
http://frontpagemag.com/2012/daniel-greenfield/islams-universal-economic-failure/2/

Policy Exchange: 1 in 4 Muslims in the UK have never heard of the Holocaust;
Only 34% of British Muslims believe the Holocaust ever happened.
http://www.imaginate.uk.com/MCC01_SURVEY/Site%20Download.pdf
http://www.civitas.org.uk/pdf/ShariaLawOrOneLawForAll.pdf
Policy Exchange: 51% of British Muslims believe a woman cannot marry a non-Muslim

Only 51% believe a Muslim woman may marry without a guardian's consent
http://www.civitas.org.uk/pdf/ShariaLawOrOneLawForAll.pdf
Policy Exchange: Up to 52% of British Muslims believe a Muslim man is entitled to up to four wives

http://www.civitas.org.uk/pdf/ShariaLawOrOneLawForAll.pdf
Policy Exchange: 61% of British Muslims want homosexuality punished

http://www.civitas.org.uk/pdf/ShariaLawOrOneLawForAll.pdf
NOP Research: 62% of British Muslims do not believe in the protection of free speech;

Only 3% adopt a "consistently pro-freedom of speech line"
http://www.cbsnews.com/stories/2006/08/14/opinion/main1893879.shtml&date=2011-04-06
http://www.webcitation.org/5xkMGAEvY
ICM Poll: 58% of British Muslims believe insulting Islam should result in criminal prosecution

http://www.icmresearch.co.uk/reviews/2004/Guardian%20Muslims%20Poll%20Nov%2004/Guardian%20Muslims%20Nov04.asp
http://www.danielpipes.org/blog/2005/07/more-survey-research-from-a-british-islamist
Pew Global (2006): Only 7% of British Muslims think of themselves as British first (81% say 'Muslim' rather than 'Briton')

http://pewglobal.org/reports/pdf/254.pdf
Policy Exchange (2006): 31% Muslims in Britain identify more with Muslims in other countries than with non-Muslim Brits.

http://www.policyexchange.org.uk/images/libimages/246.pdf
Die Welt (2012): 46% of Muslims in Germany hope there will eventually be more Muslims than Christians in Germany.

http://www.welt.de/politik/deutschland/article108659406/Tuerkische-Migranten-hoffen-auf-muslimische-Mehrheit.html
Ipsos MORI: Muslims are 3 times as likely as Christians to believe that their religion is the only way.

http://www.christiantoday.com/article/religion.still.matters.global.survey.finds/28257.htm
Pew Research (2011): Muslim-Americans four times more likely to say that women should not work outside the home.

http://www.people-press.org/2011/08/30/section-5-political-opinions-and-social-values/
Pew Research (2007): 26% of Muslim-Americans want to be distinct (43% support assimilation)

http://pewresearch.org/assets/pdf/muslim-americans.pdf#page=60
Pew Research (2011): 20% of Muslim-Americans want to be distinct (56% support assimilation)

http://www.people-press.org/2011/08/30/muslim-americans-no-signs-of-growth-in-alienation-or-support-for-extremism/
Pew Research (2011): 49% of Muslim-Americans say they are "Muslim first" (26% American first)

http://www.people-press.org/2011/08/30/muslim-americans-no-signs-of-growth-in-alienation-or-support-for-extremism/
Pew Research (2011): 21% of Muslim-Americans say there is a fair to great amount of support for Islamic extremism in their community.

http://www.people-press.org/2011/08/30/section-6-terrorism-concerns-about-extremism-foreign-policy/
ICM Poll: 11% of British Muslims find violence for political ends acceptable

http://www.icmresearch.co.uk/reviews/2004/Guardian%20Muslims%20Poll%20Nov%2004/Guardian%20Muslims%20Nov04.asp
http://www.danielpipes.org/blog/2005/07/more-survey-research-from-a-british-islamist
Wenzel Strategies (2012): 58% of Muslim-Americans believe criticism of Islam or Muhammad is not protected free speech under the First Amendment.

45% believe mockers of Islam should face criminal charges (38% said they should not).
12% of Muslim-Americans believe blaspheming Islam should be punishable by death.
43% of Muslim-Americans believe people of other faiths have no right to evangelize Muslims.
32% of Muslims in America believe that Sharia should be the supreme law of the land.
http://www.andrewbostom.org/blog/2012/10/31/sixty-percent-of-us-muslims-reject-freedom-of-expression/
http://www.answeringmuslims.com/2012/10/poll-nearly-half-of-us-muslims-believe.html
Pew Research (2013): "At least half' of Muslims surveyed believed polygamy is morally acceptable.

"Muslims in most countries surveyed say that a wife should always obey her husband." (including 93% in Indonesia and 65% in Turkey).
Only 32% of Muslims in Indonesia say a woman should have the right to divorce her husband (22% in Egypt, 26% in Pakistan and 60% in Russia).
http://www.pewforum.org/uploadedFiles/Topics/Religious_Affiliation/Muslim/worlds-muslims-religion-politics-society-full-report.pdf