Mostrando postagens com marcador Bizarrices. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Bizarrices. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Absurdos do politicamente correto começam a incomodar e deixar perplexas gentes de não-direita

Por André,

Tanto o pessoal de esquerda quanto os alegadamente ~neutros~ e libertários sempre consideraram, ou ao menos flertaram com a ideia, de que o politicamente correto não é tão mal assim e que muito do que é dito sobre esse assunto na verdade é paranoia da direita neoconservadora reacionária que quer ser racista sem ninguém pra encher o saco, macartista, olavete que vê comunista embaixo da cama.

Pois bem, as coisas tomaram proporções tão colossais que mesmo aquele pessoal que gosta de posar acima do bem e do mal, que não é nem de direita nem de esquerda, "muito pelo contrário", está começando a ficar assustado com o andamento da coisa.

Um dos primeiros acontecimentos na esteira dessa linha de raciocínio eu li numa publicação sobre um aviso sobre o teor de um livro que reunia as três críticas kantianas. O início do texto do sujeito que aponta o aviso e se ultraja com a existência do mesmo cai no conto do "ser politicamente incorreto é ferir a 'decência' humana". Mais uma vez a novilíngua esquerdista saiu vencedora, pois embora desgostoso com o aviso, a pessoa incomodada com o mesmo crê que ou você é politicamente correto ou você é um fascista que empurra velhinhas da escada e joga ceguinhos na frente de carros no farol, sendo que qualquer um mais intimizado com esse debate sabe que a questão vai para além desses sentimentalismos.

Hoje, após uma turma de estudantes se sentir incomodada com o teor da obra de Metamorfoses do poeta romano Ovídio, leio texto em que Jerry Coyne segue a mesma trilha - Jerry é um biólogo evolutivo, alguém muito próximo aos cavaleiros do ateísmo etc. Coyne chama a cambada que quer por censuras ao poeta de "fascistas literários" (opa! quem sempre disse que o politicamente correto nada mais é que um eufemismo para fascismo? A direita "macartista", ela própria). Ainda assim, no início do texto, Coyne choraminga que esse tema sempre é coberto pela "mídia de direita" e que ele tampa o nariz quando lê esses periódicos. Pois é, Jerry, nós avisamos o tempo todo!

Por aqui as coisas não são diferentes. Além das pessoas "neutras", até mesmo alguns membros da esquerda "tradicional", aquela que quer matar burgueses na guilhotina e pegar em armas pra fazer uma revolução está se sentindo incomodada com os filhotes de Foucault soltos por aí que só sabem dizer que um pênis não prova que alguém não é mulher ("desbiologizar a vida"). Casos mais recentes que causaram essa estranheza tanto na esquerda quanto nas pessoas ideologicamente neutras:

- O caso do transsexual lésbico. O caso pode ser lido aqui. (e o comentário de uma mulher lésbica que acha que o cara não pode ser trans lésbico pode ser ao clicar no link).

- A professora da USP que sabe-se lá porque está sendo acusada de racista e sendo perseguida por afronazistas (o caso já é pelo menos o terceiro, duas outras aulas foram invadidas por militantes racialistas). A turma da tolerância argumenta que não vão ser tolerantes com alguém que discorda deles e a marcha do afrofascismo só se faz avançar no Brasil. Eis que:


- Até o geneticista mirim, o ilustre Eli Vieira, está saturado da militância que ele próprio ajudou a criar e fez ao menos dois posts surpreendentes reclamando da gestapo racial/de gênero: aqui e aqui.


Ventos de mudança? A absurdidade dessa agenda ideológica está começando a ficar evidente a qualquer um que não tenha sido lobotomizado e a está empurrando para o seu lugar natural (o lixo)? Cedo para dizer, mas não dá para negar que a situação é menos pior do que poderia ser, embora eu seja da opinião que as coisas ainda devem piorar bastante antes de melhorar.

Quem quiser conhecer mais esses lunáticos da direita hidrófoba que disseram que tudo isso ia acontecer exatamente desse jeitinho recomendo o vídeo a seguir, do sempre brilhante Bill Whittle:



Vejam também o depoimento desse professor americano sobre sua experiência no combate ao politicamente correto e sua defesa da liberdade de expressão:

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Universitária revela a realidade do feminismo

Por André,

Segue abaixo o depoimento de uma garota, universitária e presente no movimento feminista, revelando a natureza mesma do movimento. Logo abaixo, mais uma refutação total e completa da cantilena do "feminismo não é femismo" - o feminismo é um tentáculo da militância revolucionária, esquerdista até a alma, desnecessário no Ocidente e ausente nas teocracias que efetivamente oprimem as mulheres e outras "minorias".

Segue o primeiro texto:

Este é um relato de alguém que cansou do movimento feminista universitário, cansou das mentiras e das ilusões que o movimento feminista vende. Vejam bem, não é do feminismo em si. Se o feminismo é a busca por direito de ser com plenos direitos civis, concordo totalmente. Mas se o feminismo se transforma na luta pelo direito legítimo de odiar os outros – eu só penso “ainda bem que saí desta droga”.

O movimento feminista, como todos sabem sem maiores explanações, está intimamente ligado com a esquerda. As vertentes com mais adeptas são o feminismo liberal, radical e interseccional. Resumidamente, a vertente liberal defende que os homens podem participar do movimento; a radical exclui os homens, as pessoas transexuais e admite somente mulheres; e a interseccional prega que qualquer opressão deve ser levada em conta no sistema patriarcal em que vivemos. A vertente que, na minha visão, tem mais adeptas (e que está mais na moda) é o feminismo interseccional. Pense em uma olimpíada da “opressão”: quem for mais ferrado pela sociedade ganha o prêmio e o direito de falar – a chave disto tudo é uma palavra mágica, a “Vivência”. Aí é que a situação sai do controle. Por quê? A vivência, artifício de “cala boca”, explica tudo, e serão escourraçadXaqueles que tentarem incluir no debate qualquer autor que faça minimamente uma análise social ou que tenha mais que dez páginas – em português viu? [Porque estudar é coisa de gente elitista e acadêmica, saber minimamente o próprio idioma já é quase um pontinho que você perde no bingo da opressão, aí fica chato]. Para quem não conhece, vai um exemplo: "Mas Fulano disse que...."; "Pare de me silenciar, cala a boca, eu quero que esse macho acadêmico se ***, vou chamar o moderador pra te banir do grupo agora". 

Só pra dar um pequeno panorama da guerra que existe dentro do próprio feminismo na web, as pessoas fazem listas com os nomes de "fulano e fulana" que fazem parte de qualquer outra vertente que não concordam, e compartilham estas listas no inbox alheio. Uma tática muito usada é o "racha" – alguém posta um link e diz "Vejam só que machista elitista transfóbica lesbofóbica lgbtfóbica ETfóbica X coisa, vamos lá rachar". O racha consiste em fazer um exercito online para invadir uma página e xingar todos e todo mundo que tenha uma atitude que o movimento julgue como errada. O feminismo na internet também é um ambiente favorável para a criação de "ídolos" da militância – esse aí vai ter o poder pra falar por todo mundo, e quase sempre essas pessoas que por um acaso se tornaram famosas nesses grupos, alimentam esse egocentrismo todo, um quer ser maissalvadorx da pátria que o outrx. Tudo isso se baseia em quem tem mais vivência pra falar nas olimpíadas da opressão, e não demoradamente se periga criar minis "diva" do nível de Luciana Genro, aquela figura caricata que veste os militontxs nos encontros do PSOL com as máscaras de seu próprio rosto. 

Fora da internet há muito menos barulho, mas mais exemplos de táticas:

inundar (leia-se sujar) o ambiente da universidade com cartazes de teor "Vou cortar sua pica macho; mulheres em luta; meu corpo minhas regras; fora Igreja machista; fora (insira aqui qualquer conservador conhecido); mulheres do partido (insira aqui qualquer partido de esquerda) em luta"; e por aí vai. Não preciso elaborar um raciocínio longo para mostrar que a esquerda revolucionária e o feminismo universitário se amam, se adoram, ajudam um ao outro – e que esse amor por depredar o bem público, desde pixar banheiros até invadir e quebrar a universidade, só pode ser resultado da mistura dessas duas paixões nas mesmas mulheres.

Mas como essa doença se instaura na cabeça de alguém? Como se chega a tal ponto? Como eu faço para que uma amiga minha não caia nisso? Cuidado: quanto menor a autoestima, mais fácil de cooptar uma mente, e logo, não será o feminismo que pensa assim, mas VOCÊ.

Ué, mas não era o feminismo que fazia a cabeça das mulheres, por que falar em você agora? Porque as mulheres internalizam isso. Imaginem só, quanto mais frágil e sozinha é a moça, mais fácil é que ela seja convencida de que o mundo é uma coisa tenebrosa, nojenta, de que os homens são os vilões de tudo, e o pior: de que ela é INCAPAZ. E de que o feminismo é um GRUPO seguro. Para ser gente, você PRECISA dele. Fascista? Jamais, fascista é a direita, viu?!

Essa é toda a base do movimento feminista atual, a ideia de que a mulher não é autônoma, ela sempre está submissa a algo (sistema) ou alguém (homem). Não tem autonomia própria, não tem pensamento próprio, não tem capacidades, não pode pensar por si mesma, porque o mundo é um lugar machista e inseguro. Você, mulher, só será feliz dentro do GRUPO. 

E quem discorda ou sai disso, o que acontece? Cinco possibilidades: a primeira é que a direita te comprou, a segunda é que você só está reproduzindo opressão, a terceira é que você não sabe mais o que faz, a quarta é que “suas amigas” vão usar a tática da espiral do silêncio e te deixar o mais sozinha possível, e a quinta é que – PASMEM – muito provavelmente há um homem fazendo a sua cabeça e te levando pro mau caminho. 

É por isso que virei conservadora. Peço que se vocês, principalmente mulheres, que virem uma moça nessa doença de feminismo vermelho, a ajudem, pois no fundo só está com os parâmetros errados. Não vamos mentir: o objetivo do feminismo é que a mulher se destrua tanto que não consiga sair mais dele. E é por isso que este texto não tem assinatura. Ainda não tenho coragem de me revelar conservadora. Só restou o medo.


E segue o segundo, retirado do blog "Odeio Homens":

Eu odeio os homens. Sim, eu sou uma feminista. Não, nem todas as feministas odeiam os homens. De fato, a maioria delas ama os homens. Neste ponto eu começo a me perguntar POR QUE qualquer mulher com metade do cérebro funcionando NÃO odiaria os homens. É uma atitude totalmente paradoxal as mulheres não odiarem os homens apesar de todas torturas que eles infligem sobre elas, suas crianças, e uns aos outros. Talvez essa seja uma razão do insucesso do feminismo. Eu acredito que a fim de pararem de ser pisadas e mantidas debaixo das solas dos sapatos de homens idiotas e cruéis, as mulheres terão que aprender a odiar os homens, pelo menos um pouco.

Apresento aqui uma lista de boas razões para odiar os homens:

Estupro

Estupro em gangue

Estupro estatutário

Torturas

Assassinatos

Guerras

Destruição ambiental pelo bem dos “empregos”

Espancamento da esposa/namorada (muitas vezes seguido de morte)

Degradação das mulheres na arte, literatura, publicidade, etc.

Pornografia

Prostituição

Incesto

BDSM

Mutilação genital feminina

Tráfico sexual de meninas e mulheres 

Uso das mulheres como objetos de troca 

Discriminações contra as mulheres nas profissões

Assédio sexual no ambiente de trabalho, universidades

Assédio sexual nas ruas

Intrusão na privacidade, no espaço pessoal e corporal das mulheres

Impedimento da liberdade de movimentos das mulheres

Proibições à livre expressão das mulheres

Forçar o véu às mulheres

Forçar códigos de vestuário "feminino"

Forçar embelezamento às mulheres

Forçar gravidez e parto

Dar ao feto mais direitos do que à mulher em cujo corpo ele está crescendo

Negar poder político, social e econômico às mulheres 

Constranger a criatividade feminina e negar às mulheres acesso a extensas áreas do conhecimento social e avanços culturais

Construir, legitimar e perpetuar instituições baseadas na inferiorização, discriminação, humilhação, exclusão e exploração da maior parte da população.

Então alguém poderia dizer: “Ei, muitos homens fazem essas coisas, mas existem aqueles que são exceções”. Ok, mas em meio a todos os homens que você conhece aposto que se pode contar nos dedos de uma mão aqueles que sabidamente não realizam essas atividades, aqueles que são “bons”. E quando eu quero dizer “bom”, de acordo com essa descrição, não significa nem “bom” de verdade, apenas “não ruim”, como em “não malvado e sem empatia”. Particularmente eu jamais conheci algum homem que não pratique ou dê apoio a pelo menos 2 ou 3 dessas atividades listadas. Acredito que nem todos os homens realizam tais ações ou deem suporte a elas, mas todos eles se beneficiam, mesmo que passivamente — e ele nem precisa executar nenhuma dessas atividades, contanto que outros homens o façam —, como membros da classe privilegiada que estabeleceu seu domínio e continua a reforçá-lo continuamente.

Todos e cada um deles se beneficiam da dominação das mulheres.

Eu odeio os homens, mas não os odeio o tempo inteiro nem a todos eles (bem, pelo menos não todos o tempo inteiro). Várias mulheres odeiam os homens, apesar de muitas vezes não adimitirem nem para si mesmas. Algumas mulheres(dentre as quais eu me incluo) têm um profundo desgosto pelos homens e têm consciência disso, mas muito diferentemente de todos os homens que odeiam as mulheres, as mulheres que odeiam os homens não estão espancando-os;estuprando-os; matando-os; perseguindo-os; tirando seus direitos civis;impedindo-os de ter suas escolhas reprodutivas; defendendo que eles sejam estuprados por mal comportamento; ou qualquer uma das torturas infligidas sobre as mulheres tão frequentemente que elas não ganham nem uma pequena nota nas páginas detrás dos jornais, a menos que o crime tenha algum valor sensacionalista. Acima de tudo e apesar da crença altamente difundida, as odiadoras de homens não estão lutando para ter o poder de fazer todas essas coisas contra os homens, mas para poder impedi-los de fazerem contra as mulheres.

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Paulo Ghiraldelli, "filósofo da cidade", expõe suas sanhas pedófilas novamente e diz que "sexo com crianças é bom"

Por André,

O autointitulado filósofo da cidade, Paulo Ghiraldelli, LIVRE-DOCENTE da UFRRJ, ataca novamente. O mesmo que já disse quem tem a intenção de punir pedófilos é coisa da direita fascista, que revelou seu desejo de ver a jornalista Rachel Sheherazade estuprada e é esquerdista contumaz (e aqui) afirmou que "sexo com crianças é bom".

O link para o texto é esse: http://ghiraldelli.pro.br/sexocomcrianca/ [indisponível no momento]

Como Ghiradelli tem histórico em expelir fezes pela boca e depois afirmar ter sido vítima de invasão hacker, ficam aqui os prints com a postagem do texto (prints tirados pelo amigo Luiz Aguiar):





quarta-feira, 6 de agosto de 2014

sábado, 12 de abril de 2014

Rolezinhos se transformam no que dissemos que se transformariam: convites ao crime.

André,

Depois da versão defendida pelo que chamo de "intelectuais-urubu", aqueles que ficam caçando e babando fenômenos coletivos a serem interpretados à luz de sua narrativa marxista, o evento se transformou em "rolezinho do sexo". Encontros marcados pela internet para consumo de drogas e realização de orgias públicas:


Está mais do que na hora de cobrar dos tais intelectuais as consequências de suas palavras. Os caras falam o que querem, pra imediatamente depois culparem os outros pelo que se passa e venderem-se como solução para o problema.

Como havia afirmado, o rolezinho nunca passou de eufemismo para arrastão.

domingo, 5 de janeiro de 2014

O apartheid social e racial da esquerda: "Nao é bom abrir vias em favelas"

Por André,

Ainda não sei exatamente qual o motivo (reação?), mas a trupe da esquerda militante virtual está em polvorosa. O que antes só fazia e dizia de maneira indireta, agora o faz de maneira ostensiva. Sem medo de disfarçar. Após Paulo Nogueira, do Diário do Centro do Mundo se espantar com o fato de negros se atraírem por loiras, o também esquerdíssimo site "Brasil 247" divulga, em artigo curto e estranhíssimo, opinião de urbanista que quer fechar favelas para a invasão da classe média:

Favela 247 - Urbanista especializado em favelas Manoel Ribeiro defende, na coluna de Fernando Molica do jornal O Dia, que não é necessário abria vias em favelas, e que os projetos de infraestrutura devem preservar o caráter popular das comunidades.

Ele acredita que a manutenção dos padrões urbanísticos originais das favelas, com suas vielas estreitas, escadarias e espaços onde não chegam automóveis fazem com que esses lugares sejam menos consumíveis à classe média, e assim, além de manterem seus aspectos originais, ainda os protegem de uma possível gentrificão.

Para Manoel Ribeiro, tanto o  Santa Marta quanto o Pavão/Pavãozinho são bons exemplos de favelas com vias não carroçáveis que permitem um bom transporte de pessoas e com manejo racional da descida do lixo, e que a instalação de hidrantes dispensaria a necessidade de vias abertas para os carros de bombeiros.
Essa é a esquerda raivosa (e hidrófoba?) virtual, pondo em prática como nunca o preceito do mestre da New Left Hebert Marcuse: "toda tolerância para com a esquerda, nenhuma para com a direita". O racismo e a ojeriza a pobres, sempre presentes no discursos da esquerda, agora está aí para quem quiser enxergar. Está a praticar seu racismo "do bem", seu classismo "do bem" etc. etc.

Fica mais fácil entender algo que Ben Shapiro diz "políticas de esquerda obtém êxito quando fracassam". Combater o racismo e melhorar a vida dos pobres? Ora, como a esquerda vai sobreviver sem seu discurso classista e segregacionista? Como vai manter sua política de "dividir para conquistar"?

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Descriminalização da pedofilia: próxima pauta da agenda progressista

Por WND,

Jeromi Corse assina artigo no site "WND" evidenciando como a próxima moda do discurso progressista será a relativização do conceito de "pedofilia": o termo passará a designar uma "orientação sexual" ("ahh, mas é apenas mais uma orientação sexual, guarde seu preconceito pra você) e não um comportamento sexual aprendido desde fora.

A matéria pegou alguns de surpresa, mas muitos já alertavam para o lobby pedófilo há algum tempo. E o que pode assustar alguns é que o modus operandi é o mesmo utilizado pela militância LGBT.

1. Criar um eufemismo ou um novo nome para a pedofilia, abandonando o termo desgastado. Estão tentando emplacar algo como "amor intergeracional".

2. Tirar toda a responsabilidade individual do pedófilo: "ah, ele não tem culpa de se sentir atraído por crianças."

3. Fabricar estudos embusteiros e falsos para convencer a comunidade acadêmica e os formadores de opinião que é algo relativamente comum, que há farto material comprovando que a pedofilia é uma característica humana e que só é condenada pelo moralismo irracional burguês e cristão.

4. A imprensa começa a abordar o assunto "sem preconceitos", entrevistando os defensores do assunto na academia apenas para "abrir a discussão".

5. Filmes e novelas começam também a abordar o assunto "sem moralismos" e "humanizando" os pedófilos.

6. O movimento ganha as ruas e é considerado uma forma de resistência contra a discriminação.

7. Políticos passam a ver ganhos na defesa do grupo e propõe legislações que aprovem a pedofilia como forma de "incluir socialmente" os pedófilos.

8. Livros didáticos produzidos por governos, segundo orientação da ONU, tratam a pedofilia positivamente e em histórias em quadrinhos simpáticas para as crianças.

9. Uma lei criminalizará os "pedofóbicos" como os que têm preconceitos contra os pedófilos e suas "formas de amar".

Esse é um processo que pode e tem que ser parado nos estágios iniciais, antes que seja tarde.

Referências:

Link: "PEDOPHILIA THE NEXT 'SEXUAL-RIGHTS' REVOLUTION?" http://www.wnd.com/2014/01/pedophilia-the-next-sexual-rights-revolution/

"Cem anos de pedofilia" (Olavo de Carvalho) http://www.olavodecarvalho.org/semana/04272002globo.htm

"Dawkins não vê problema na “leve pedofilia”. Eu vejo sérios problemas em Dawkins!" (Rodrigo Constantino) http://veja.abril.com.br/blog/rodrigo-constantino/cultura/dawkins-nao-ve-problema-na-leve-pedofilia-eu-vejo-serios-problemas-em-dawkins/

"A matemática da suruba" (Felipe Moura Brasil) http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil/2013/12/10/a-matematica-da-suruba/

"Acusado de estuprar três meninas de 12 anos é absolvido pelo STJ" http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2012/03/acusado-de-estuprar-tres-meninas-de-12-anos-e-absolvido-pelo-stj.html

Se tiver estômago, leia:

"Amor e sexo entre pequenos e grandes" (Paulo Ghiraldelli) http://ghiraldelli.blogspot.com.br/2007/08/amor-e-sexo-entre-pequenos-e-grandes.html

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Paulo Ghiraldelli: doutor e livre-docente pela USP, professor da UFRRJ, filósofo da extrema esquerda sai dizendo o que realmente pensa

Por André,

Paulo Ghiraldelli publicou a seguinte gracinha ontem em seu Facebook:



 Morrendo de medo de levar um processo e após a própria Rachel Sheherazade compartilhar o print em sua conta no Twitter, Ghiraldelli alega ter sido hackeado. Contudo, o passado do ilustre "filósofo da cidade" o condena. Veja o que está no rol de besteiras ditas pelo nosso professor:

- Uma defesa da pederastia - sob a acusação da demanda por punição sobre ela ser coisa da "direita fascista".

- Estudantes invadiram sua aula, o acusam, e ele faz vídeo alegando ser super defensor das minorias (a menos que essas minorias discordem dele) - típico da mentalidade histérica da esquerda.

- O próprio Ghiraldelli (será que também hackeado?) agrediu Rachel Sheherazade num passado recente:


- Ghiraldelli é um praticante do chamado "flood" (diversas postagens imbecis seguidas) em diversos grupos pelo Facebook (prints pululam pela rede) - ou seja, é um praticante contumaz de bobagens via Facebook (o que diminui a força de seu pedido de desculpas, pois o próprio já havia usado o termo "cheirazedo" antes).

- Ghiraldelli afirmou que por longas eras os seres humanos primitivos foram praticantes apenas do sexo anal. A descoberta do sexo "tradicional" foi tardia. Ao longo desse processo seres humanos eram entregues pela cegonha.


- Paulo também afirmou recentemente que todo homem tem o desejo de praticar sexo oral com outro homem.

A hipótese do "hacker" é fraquíssima: a linguagem do Ghiraldelli, o estilo é o homem e o homem é o estilo, nesse caso. Quem roubaria a conta de Ghiraldelli por tão pouco tempo? Por que agora? Por que isso? A estorinha do menino borrão não cola.

Ou seja, como eu já afirmei em outras postagens, a academia de humanas, especialmente no Brasil, não passa de um show de horrores, de uma fábrica de monstrinhos. Se não fossem por seus "diplomas", estes senhores deveriam passar por exames psiquiátricos para serem autorizados a sair na rua despidos de uma camisa de força. Tomara que Rachel Sheherazade meta um processo no sujeito.

domingo, 8 de dezembro de 2013

Notícias do paraíso socialista: 'Maduro proíbe que empresas demitam funcionários em 2014'

Por VoxBR,

Nicolás Maduro promulgou um projeto que proíbe os empresários de realizarem demissões durante o ano de 2014.

“Vou aprovar o decreto onde se estabelece a estabilidade laboral a favor dos trabalhadores dos setores privado e público”, declarou em cadeia de rádio e TV.

A medida faz parte do plano contra “a direita e o imperialismo”, grupos responsáveis, de acordo com o governo, pelas crises de abastecimento e pelos picos de inflação e desemprego observados no país.

Nas últimas semanas, Maduro tabelou o preço de automóveis, se apropriou de redes de lojas de eletrodomésticos e fixou lucro máximo ao mercado.

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

1984: "Venezuela cria 'vice-ministério da suprema felicidade social'"

Por G1,

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, anunciou na quinta-feira (24) a criação do que chamou do "Vice-Ministério da Suprema Felicidade Social".

O vice-ministério, segundo Maduro, vai ser responsável por cuidar dos sem-teto, dos desvalidos, dos idosos e das crianças.

"Decidimos criar a pasta do vice-ministério, e o chamamos deste modo em honra do nosso Comandante Chávez e de Bolíviar. O Vice-Ministério da Suprema Felicidade Social do povo da Venezuela. Um vice-ministério de coordenação destas missões, das grandes missões presidenciais que têm o objetivo da suprema felicidade social", disse Maduro.

A pasta será liderada pelo ex-deputado e médico Rafael Ríos.

Entre as medidas de caráter social, Maduro anunciou o reforço e a criação de novos programas conhecidos como "missões".

O presidente também analisa a criação de um programa para atender animais e que receberia o nome de "Missão Nevado", em homenagem ao cão de Simón Bolívar.

As chamadas "missões"foram criadas pelo falecido presidente Hugo Chávez para atender os setores menos favorecidos da população, principalmente nas áreas de saúde, educação, alimentação e saúde.

O anúncio ocorre em meio à crise no abastecimento e a uma inflação anual que somou 49,4% em setembro, o que Maduro atribuiu a uma "guerra nacional e internacional" contra seu governo.

"Com os investimentos que são feitos, o trabalho que se faz, se não estivesse submetida à guerra nacional e internacional desses fatores econômicos, a economia (venezuelana) teria um ano 2013 perfeito, teria reduzido a inflação abaixo de 20%", afirmou Maduro na véspera.

A crise econômica se aprofundou na Venezuela este ano, com contínuas altas nos preços dos alimentos e escassez de alguns produtos e os analistas projetam que a inflação alcançará 50% ao ano contra um prognóstico inicial do governo de entre 14% e 16%.

O presidente solicitou no dia 8 de outubro poderes especiais à Assembleia Geral a fim de decretar leis em matéria de combate à corrupção e ao que chama de "guerra econômica".

Na quinta-feira, o ministro para a Alimentação, Félix Osorio, revelou que a Venezuela importará 400 mil toneladas de alimentos de países latino-americanos nos meses de novembro e dezembro, incluindo 80 mil toneladas do Brasil.

A escassez cíclica de alimentos como açúcar, café, azeite e leite, ou produtos básicos como papel higiênico, tem se agravado a cada mês na Venezuela.

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Meu professor de História mentiu pra mim: Grupo Folha dá atestado de desonestidade patológic...

Meu professor de História mentiu pra mim: Grupo Folha dá atestado de desonestidade patológic...: Está fazendo sucesso nas redes sociais compartilhar o resultado de uma pesquisa sobre o perfil político do brasileiro. As questões foram ...

Black Blocs: esse pessoal do bem, que vai trazer o mundo melhor, destruindo tudo que está aí...

Por André,

MESMO quando nem eles próprios sabem para que estão destruindo!


A criatura é cheia de moral porque milita em nome de um "coletivo". Eu pergunto: com a sanção moral (porque legal ele nem sonha em ter) de quem? Quando os membros do coletivo (?) deram autorização pro menino usar tática de guerra?

Olhem, meus caros leitores, se nossos heróis modernos são dessa estirpe, melhor retirar o cavalo da chuva e ir para o meio do mato plantar feijão; melhor parar o mundo pois eu quero descer.

sábado, 14 de setembro de 2013

Milagres do socialismo: "Escassez de papel limita circulação de jornais na Venezuela"

Por Yahoo,

CARACAS, 13 Set (Reuters) - Pelo menos cinco jornais venezuelanos deixaram de circular temporariamente nas últimas semanas devido à falta de papel, em mais um problema de abastecimento que ameaça afetar a popularidade do governo socialista.

Títulos de maior circulação dizem que podem enfrentar problemas se forem mantidas as regras cambiais que causam restrições às importações. Muitas outras publicações menores já reduziram seu número de páginas.

"Sem papel, (mas) voltaremos", dizia um título nesta semana na capa do El Diario de Sucre, que interrompeu sua circulação, restrita ao nordeste do país.

Os controles cambiais da última década fazem com que periodicamente os venezuelanos se deparem com a ausência de produtos variados: de farinha a papel higiênico e peças para motos.

Sem acesso a dólares, as empresas de comunicação também têm dificuldades para comprar tintas e equipamentos de impressão.

"A situação é mais crítica para os pequenos jornais no interior, porque eles não importam papel diretamente", disse à Reuters Miguel Henrique Otero, editor do El Nacional, jornal de circulação nacional simpático à oposição.

"Eles compram de distribuidores ... que não estão entre as prioridades" quando as autoridades destinam dólares às empresas, segundo o jornalista.

Otero disse que editoras de revistas e livros também estão sendo afetadas.

O Ministério da informação não respondeu a um pedido da Reuters para comentar o assunto.
Apesar da ávida adoção de novas tecnologias pelos venezuelanos, os jornais continuam sendo uma importante fonte de informação. Otero disse que o seu e outros jornais importantes, como El Universal, Ultimas Noticias e Panorama, por enquanto não foram afetados pelas restrições.

Críticos do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, dizem que as restrições financeiras às empresas de comunicação equivalem a uma forma de cerceamento da liberdade de expressão, algo que o governo nega.

Para obter acesso a dólares, importadores ficam em posição privilegiada quando possuem um documento mostrando a necessidade de adquirir produtos que não são fabricados localmente, caso do papel-jornal.

"As pessoas vão inevitavelmente achar que a licença de importação está sendo usada para sufocar (críticos do governo)", disse Claudio Paolillo, funcionário da Associação Interamericana de Imprensa, com sede em Miami.

Durante os anos em que esteve no poder, o antecessor e mentor político de Maduro, Hugo Chávez, teve uma relação tensa com a imprensa privada, acusando-a de tentar sabotar seu governo. Comentaristas ligados à oposição habitualmente o chamavam de ditador.

Desde que Maduro foi eleito, em abril, o cenário mudou. Investidores identificados pela imprensa local como sendo próximos ao governo adquiriram e na prática neutralizaram o canal de TV Globovision, que já foi a principal plataforma da oposição, e o maior conglomerado midiático privado, a Cadena Capriles.

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Um nabo no traseiro dos relativistas culturais

Por Albawaba,

8-year-old Yemeni child dies at hands of 40-year-old husband on wedding night

An eight year old child bride died in Yemen on her wedding night after suffering internal injuries due to sexual trauma. Human rights organizations are calling for the arrest of her husband who was five times her age.

The death occurred in the tribal area of Hardh in northwestern Yemen, which borders Saudi Arabia. This brings even more attention to the already existing issue of forced child marriages in the Middle Eastern region.


It is reported that over a quarter of Yemen's young girls are married before the age of 15. Not only do they lose access to health and education, these child brides are commonly subjected to physical, emotional and sexual violence in their forced marriage.

One of the main issues is that there is currently no consistent established definition of a "child" that has been agreed upon worldwide.  This leaves various interpretations within countries and little protection for those who are affected. 

Establishing this age limit is among the top priorities of groups like HRC which was responsible for publishing the 54-page report “How Come You Allow Little Girls to Get Married?”, documenting the lifelong damage to girls who are forced to marry young.  Most pro age-limit organizations agree that 18 should be the legal age for marriage.

In February 2009, a law was created that set the minimum age for marriage at 17. Unfortunately, it was repealed after more conservative lawmakers called it un-Islamic.

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Paulo Henrique Amorim é condenado à prisão por injúria contra jornalista da Globo

Paulo Henrique Amorim é condenado à prisão por injúria contra jornalista da Globo
Paulo Henrique Amorim condenado (com pena atenuada pela 'senilidade', rs) por chamar Heraldo Pereira de "negro de alma branca". Não se espantem com a expressão de PH, ela condensa com perfeição exatamente o que a esquerda pensa dos negros. A menos que estes últimos deem total e completa adesão à sua agenda de militância, serão descartados como qualquer outra célula revolucionária traidora (não sendo literalmente eliminados por uma mera contingência temporal). O mundo deles é esse: ou você segue a agenda ou além de cometer um erro cognitivo, é depravado moral. [Mais uma vez fica a pergunta: quem são os totalitários?).

segunda-feira, 22 de abril de 2013