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terça-feira, 21 de abril de 2015

Brilhante entrevista de Bill Maher com o primeiro-ministro de Israel Benjamin Nethanyahu

Por André,

Um conversa extremamente agradável e uma entrevista bastante justa de 2013 feita por Bill Maher com o primeiro ministro de Israel ficou perdida e foi há pouco lembrada. Vale a pena conferir:


"Não vamos voltar para as câmaras de gás".

quinta-feira, 24 de julho de 2014

JP Coutinho: David e Golias

Por André,


O primeiro parágrafo do texto "David e Golias" texto do JP Coutinho vale mais que muitas teses. Demonstra o nanismo cultural que o ministro de Israel desconhece.


No Brasil você adere a ideias porque: é simpático a elas, vota nelas, mora com elas, faz parte delas, é interessado por elas, é filho delas etc. etc. Mas NUNCA, nunca mesmo, porque elas são razoáveis e, no mínimo, verossímeis. Como já foi dito: no fundo, no fundo, você diz que 2 mais 2 é quatro só porque gosta do 4.

O resto do artigo fala por si.

terça-feira, 24 de junho de 2014

Excelente entrevista de Benny Morris, historiador israelense, ao Roda Viva

Por André,


Benny Morris soube lidar muito bem com as respostas-padrão do discurso anti-Israel que predomina entre nossa imprensa e historiadores.

sábado, 8 de março de 2014

Historiador Niall Ferguson acerta em cheio há dois anos sobre a política externa de Obama

Por André,


Dois anos depois e Niall foi preciso. A democracia egípcia se converteu numa junta militar, a Tunisia é governada por islamitas e a Síria se tornou um inferno que, para ser consertado, levará ao menos duas décadas. A Líbia talvez se encaixe como uma exceção.

A mudança social repentina é um mito (mito favorito de quem bem sabemos). Mudança real, efetiva e proveitosa leva tempo. O estabelecimento de instituições leva tempo. O ambiente que deve existir previamente para que uma democracia emerja leva tempo para surgir.

Aguardemos quanto tempo mais será necessário para que muitos se deem conta desta obviedade.


É incrível como os fatos recentes vingaram o Ferguson de dois anos atrás:


N.F.: "A política externa de Bush ao menos tinha alguma estratégia. A política externa de Obama é "não sou George Bush, me ame".