O segundo vídeo da série sobre objetivismo, do amigo Edu Abreu, estudioso da filosofia de Ayn Rand, junto com os demais amigos do grupo de estudos Ayn Rand Brasil - Objetivismo:
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terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
Felicidade de acordo com o objetivismo
Por André,
O segundo vídeo da série sobre objetivismo, do amigo Edu Abreu, estudioso da filosofia de Ayn Rand, junto com os demais amigos do grupo de estudos Ayn Rand Brasil - Objetivismo:
O segundo vídeo da série sobre objetivismo, do amigo Edu Abreu, estudioso da filosofia de Ayn Rand, junto com os demais amigos do grupo de estudos Ayn Rand Brasil - Objetivismo:
domingo, 27 de janeiro de 2013
A Infelicidade da Juventude por Arthur Schopenhauer
Por André,
Na aurora da nossa juventude, as cenas descritas pela poesia resplandecem diante dos nossos olhos, e o anelo atormenta-nos para vê-las realizadas, a tocar o arco-íris. O jovem espera que o curso da sua vida se dê na forma de um romance interessante. Nasce, então, a ilusão descrita no já mencionado segundo volume da minha obra principal. Pois o que confere a todas aquelas imagens o seu encanto é justamente o facto de elas serem meras imagens, e não a realidade, e nós, por conseguinte, ao intuí-las, encontrarmo-nos na calma e na suficiência plena do conhecer puro. Tornar-se realizado significa ser preenchido pelo querer, que inevitavelmente produz dores.
Arthur Schopenhauer, in 'Aforismos para a Sabedoria de Vida'
O que faz da juventude um período infeliz é a caça à felicidade, na
firme pressuposição de que ela tem de ser encontrada na existência.
Disso resulta a esperança sempre malograda e, desta, o
descontentamento. Imagens enganosas de uma vaga felicidade onírica
pairam perante nós revestidas de formas caprichosamente escolhidas,
fazendo-nos procurar em vão o seu original. Por isso, nos anos da
juventude, estamos quase sempre descontentes com a nossa situação e o
nosso ambiente, não importando quais sejam; porque lhes atribuímos o que
na verdade pertence, em toda a parte, à vacuidade e à indigência da
vida humana, com as quais só então travamos o primeiro conhecimento,
após termos esperado coisas bem diversas. Ganhar-se-ia bastante se, pela
instrução em tempo apropriado, fosse erradicada nos jovens a ilusão de
que há muito a encontrar no mundo. Porém, é o contrário que acontece: na
maioria das vezes, conhecemos a vida primeiro pela poesia, e depois
pela realidade.
Na aurora da nossa juventude, as cenas descritas pela poesia resplandecem diante dos nossos olhos, e o anelo atormenta-nos para vê-las realizadas, a tocar o arco-íris. O jovem espera que o curso da sua vida se dê na forma de um romance interessante. Nasce, então, a ilusão descrita no já mencionado segundo volume da minha obra principal. Pois o que confere a todas aquelas imagens o seu encanto é justamente o facto de elas serem meras imagens, e não a realidade, e nós, por conseguinte, ao intuí-las, encontrarmo-nos na calma e na suficiência plena do conhecer puro. Tornar-se realizado significa ser preenchido pelo querer, que inevitavelmente produz dores.
Arthur Schopenhauer, in 'Aforismos para a Sabedoria de Vida'
domingo, 23 de dezembro de 2012
João Pereira Coutinho e a obrigação de ser feliz
Por André,
Outro vídeo muito bom, sobre o espírito do conservadorismo:
Outro vídeo muito bom, sobre o espírito do conservadorismo:
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