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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Os senadores Ted Cruz (republicano) e o socialista Bernie Sanders (democrata) debatem o Obamacare

Por André,

Os mais íntimos dos principais debates americanos sabem que uma das atuais grandes questões americanas é o Obamacare, um programa de natureza socializante. Para nós, brasileiros, seria justo dizer que se trata da tentativa de implementar um SUS americano. Uma das promessas de campanha do presidente Donald Trump foi, justamente, rechaçar o Obamacare e livrar de barreiras as companhias de seguro para que haja mais variação de preço e concorrência.

A coisa toda é cercada por mentiras e pelas marcas do monopólio estatal sobre qualquer serviço: apenas o site do Obamacare custou 1 bilhão de dólares e... não funcionou! Obama prometeu às pessoas de outros programas de saúde e companhias que poderiam manter seus médicos, o que se provou uma mentira. O Obamacare obrigou companhias a aumentar preços e fez com que muitas famílias não pudessem mais frequentar os mesmos médicos.

Em debate recente, o excelente Ted Cruz e o "socialista democrático" Bernie Sanders debateram o assunto:


Um resumo das argumentações pode ser o que segue:

Bernie Sanders:

Quando replicando os diversos problemas no sistema apontados por Ted, disse: "sim, há muitos problemas, todos têm problemas, mas é preciso melhorar".

"A saúde tem de ser grátis porque tem". Não sabemos de onde o dinheiro vai brotar, mas tem.

Ted Cruz:

Cruz, mestre da arte dos debates, argumentou tanto por princípios (o governo é mau administrador, o controle deve estar nas mãos das pessoas e não do Estado, o ACESSO a saúde é direito, não a saúde em si mesma) quando com dados (a ineficácia das medicinas socializadas saudadas por Sanders, a disfuncionalidade do Obamacare etc).

Além disso, Ted mostrou a total inviabilidade econômica das ideias de Sanders:



Esse debate, inclusive, me remeteu a uma notícia tratando do medo de alguns idosos de serem "eutanasiados" na Holanda. Socialismo não significa racionamento de comida apenas, mas racionamento de saúde também:

https://www.facebook.com/aassibarreto/posts/1911630299069890

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Corte de 5,4 bi no orçamento da saúde. Só temos dinheiro para emprestar à Grécia e posar de potência e para financiar guerra ideológica em Cuba

Por G1,

O ministério que mais sofreu com o bloqueio de recursos no orçamento deste ano – que totalizou R$ 55 bilhões – foi o da Saúde, cujo corte totalizou R$ 5,47 bilhões em relação aos valores aprovados pelo Congresso Nacional, segundo números divulgados nesta quarta-feira (15) pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. A dotação aprovada pelo Legislativo, para esta área, caiu de até R$ 77,58 bilhões para R$ 72,11 bilhões.

Em segundo lugar, aparece o Ministério das Cidades, que sofreu um contingenciamento de R$ 3,32 bilhões em relação ao que foi aprovado pelo Legislativo, seguido pelo Ministério da Defesa, com um bloqueio de gastos da ordem de R$ 3,31 bilhões.

O Ministério da Justiça, por sua vez, sofreu um contingenciamento de verbas de R$ 2,24 bilhões, enquanto que o Ministério da Integração Nacional sofreu um bloqueio de R$ 2,19 bilhões. O Minsitério do Turismo sofreu um bloqueio de R$ 2,01 bilhões em seu orçamento para 2012.

Ainda segundo informações do governo federal, o corte no orçamento do Ministério dos Transportes teve um corte de R$ 1,97 bilhão em seu orçamento, o da Agricultura sofre um bloqueio de R$ 1,95 bilhão, enquanto o corte do Ministério da Educação somou R$ 1,93 bilhão. Já o Ministério dos Esportes teve seu orçamento para este ano bloqueado em R$ 1,8 bilhão.

Programas preservados

O ministério informou, ainda, que as despesas previstas com o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), com o Minha Casa Minha Vida, programa habitacional com subsídios para a população de baixa renda, além do Brasil Sem Miséria, que busca combater a pobreza extrema no Brasil, foram integralmente preservadas.

A dotação do PAC aprovada pelo Congresso Nacional, que foi mantida pelo governo, é de R$ 42,5 bilhões. O Minha Casa Minha Vida, por sua vez, está dentro do PAC. Para o programa Brasil Sem Miséria, a dotação, aprovada pelo Legislativo, de R$ 27,13 bilhões, também foi mantida pelo governo federal. Deste modo, estes gastos não entraram no bloqueio de R$ 55 bilhões.


sábado, 21 de janeiro de 2012

Impostos de começo de ano (IPVA, IPTU etc.) vs consumo de calmantes


Mais uma bomba prestes a estourar no Brasil. Não, não me refiro aos impostos escandinavos não, mas ao consumo cada dia maior de calmantes e anti-depressivos (doravante não aderirei à reforma ortográfica).

O povo mais feliz, alegre e hospitaleiro do mundo está a se entupir de remédios há tempos. Bem, motivos não faltam, não podemos culpá-los por isso.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Serviço público de saúde é ruim ou péssimo para 61%, diz pesquisa. O "quase perfeita" de Lula

Por G1,


Pesquisa Ibope contratada pela CNI ouviu 2.002 pessoas em 141 cidades.


Dez por cento consideram a qualidade dos serviços ótima ou boa.

O serviço público de saúde é ruim ou péssimo para 61% dos brasileiros, segundo pesquisa Ibope divulgada nesta quinta-feira (12) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), que encomendou o levantamento.

De acordo com a pesquisa, 10% da população considera a qualidade dos serviços de saúde pública "ótima" ou "boa". O G1 procurou o Ministério da Saúde para saber qual é a avaliação do governo sobre os resultados da pesquisa.

A demora no atendimento foi considerado o principal problema do sistema público de saúde por 55% dos entrevistados.

Para 57%, de acordo com a pesquisa, a principal medida para melhorar o atendimento na rede pública seria a contratação de mais médicos.

Intitulada "Retratos da Sociedade Brasileira: Saúde Pública", a pesquisa informa que 85% dos entrevistados não perceberam avanços no sistema público de saúde nos últimos três anos.

Os pesquisadores ouviram 2.002 pessoas em 141 municípios, entre os dias 16 e 20 de setembro de 2011. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Planos de saúde

Em relação ao acesso aos serviços de saúde, 68% dos brasileiros têm a rede pública como único ou principal meio, segundo a pesquisa, que apontou que 24% têm plano de saúde ou convênio.

Segundo o levantamento, 96% já utilizaram algum serviço em hospitais públicos ou privados.

Os hospitais públicos receberam nota média geral de 5,7 e os hospitais privados de 8,1, em uma escala de 0 a 10, informou a pesquisa.

Os profissionais dos hospitais públicos obtiveram nota média geral de 6,3. Os profissionais dos hospitais privados receberam nota 8,2, também em uma escala de 0 a 10.

Quando os entrevistados foram questionados sobre o sistema de saúde na cidade onde residem, 54% consideraram péssima ou ruim a qualidade dos serviços e 19% consideraram ótima ou boa.

Imposto para a saúde

Apesar de 95% dos entrevistados reconhecerem a importância e a necessidade de se destinar mais recursos para a saúde, somente 4% dos entrevistados disseram acreditar que é necessário aumentar impostos para se obter mais recursos para o setor.

Para 82% dos entrevistados, o governo pode conseguir recursos adicionais para a saúde se acabar com a corrupção.

Prevenção

A pesquisa aponta ainda que 71% concordam, total ou parcialmente, que as políticas preventivas são mais importantes que a construção de hospitais para melhorar a saúde.

O programa de campanhas de vacinação é o melhor avaliado pela população, com nota média de 8,8 em uma escala de 0 a 10. O programa Farmácia Popular recebeu nota 7,4 e o Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), 7,2.

Medicamentos

Sobre medicamentos, 82% dos entrevistados concordam, total ou parcialmente, que o medicamento genérico é tão bom quanto o de marca.

E 84% concordam, total ou parcialmente, que a venda de remédios só deve ser permitida com a apresentação e retenção de receita médica.

Trabalho

A pesquisa mostra que um em cada três trabalhadores perdeu pelo menos um dia de trabalho nos últimos 12 meses por motivos relacionados à saúde e 7% dos trabalhadores perderam pelo menos um dia de trabalho nos últimos 12 meses por motivos relacionados a acidentes de trabalho.