Brasil já é decepção para The Economist
Por André,
"A
The Economist, revista britânica normalmente alinhada com a esquerda
light europeia, se empolgou com o Brasil em 2009, já no clima eleitoral
da votação que colocou Dilma no Planalto no ano seguinte, assim como
bancou a cheerleader de Barack Obama em tempo de influenciar a eleição
do ano passado. Depois a revista 'se arrepende', mas assim fica fácil
né? Apoia esquerdista na eleição e depois diz 'desculpa aí, gente'. Eu
não desculpo. Depois não sabem por que, no Brasil, é publicada pela
Cartilha Capetal." (Alexandre Borges)
"'O comunismo era bom, mas se desvirtuou...'; 'O PT era bom, mas se
corrompeu...'; 'O Brasil ia decolar, mas caiu...'; 'A Terra era o centro
do universo, mas aí veio o Sol e...'" (Felipe Moura Brasil)
Me lembro bem do injustificado furor com a economia brasileira quando esta ultrapassou a britânica. Bem como o tratamento dado aos que analisaram o fato de forma cética e centrada (a reação de Miguel Nicolelis em situação semelhante pode ser observada aqui).
A primeira capa da The Economist, publicação de agrado da esquerda festiva mundial, foi motivo de confetes no meio da mídia governista, será que a segunda capa receberá a mesma atenção? Muito provavelmente não, agora, para a militância petista e sua esgotosfera, a The Economist faz parte da rede imperialista invejosa-gringa-falida-anti-Brasil.
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