Do ataque dos EUA à Síria, só consigo pensar que:
- ontem, por não retaliar, a narrativa era de Trump "bundão", "afinou para a Rússia".
- hoje, ao atacar, a narrativa será de cão raivoso belicista.
Do mesmo jeito que ontem havia um acordão entre Putin e Trump para elegê-lo, hoje já vejo jornal falando de retorno à Guerra Fria devido à expulsão de diplomatas russos de solo americano.
A narrativa midiática como um todo é tão precisa em vender narrativas antiamericanas CONTRADITÓRIAS que isso parece até um elaborado e exitoso plano de desinformação.
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A IMPRENSA NÃO VAI PEDIR DESCULPAS?
Ficou-se meses a falar do conluio russo para eleger Trump, mas até agora, além das especulações da extrema-imprensa, o que temos de fatos concretos é:
- a América desafiando as vontades russas na Síria;
- expulsão de diplomatas russos;
- novas sanções à Rússia;
- expansão das capacidades dos mísseis de defesa na Crimeia;
- apoio e fortalecimento da OTAN contra a Rússia.
"Hoje estamos em guerra contra a Oceania e somos parceiros da Eurásia, amanhã estaremos em guerra com a Eurásia e seremos parceiros da Oceania", para rememorar a nunca desatualizada referência a Orwell.
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