Para Quinteiro, uma versão piorada de Leonardo Sakamoto (o japa escreve melhor que esse gordinho), para que alguém seja rico é necessário que alguém seja pobre. É a falácia da economia de soma zero. Parece que existe um montante fixo de dinheiro desde que o homem
aterrissou na Terra e que tudo que resta é degladiarmo-nos para ver quem
toma mais de quem. Ideia econômica mais ultrapassada não há. Riqueza se
cria, meu chapa.
Deixemos as ideias arcaicas e os chistes sentimentalóides de lado e vamos às estatísticas. Sim, seguem existindo muitos pobres, mas nunca existiram tão poucos e eles nunca foram tão poucos nas nações mais livres do mundo:
![]() |
| O caso específico do enriquecimento do Chile |
Ou ainda, o professor Ubiratan Jorge Iório refuta a falácia num único e belo parágrafo:
A primeira é a ideia de que A é pobre porque B é rico, A e B podendo ser pessoas, regiões, países, etnias, gêneros, etc. Tal bobagem, derivada da teoria da exploração de Marx, simplesmente desconhece (ou finge desconhecer) que a história é dinâmica. Conduz, por exemplo, à política externa do PT, que parece guiada por um pretenso teorema, segundo o qual o somatório das pobrezas seria igual à riqueza...




Nenhum comentário:
Postar um comentário
1. Seja polido;
2. Preze pela ortografia e gramática da sua língua-mãe.